FAC-SÍMILE, Escrita, ou PSICOGRAFIA FAC-SÍMILE |
Algumas reproduções de impressionante semelhança, embora curtas, da letra e inclusive da assinatura de pessoas foram executadas por Psicografia*. Talvez o caso mais notável foi a imitação da letra e assinatura de Oscar Wilde por intermédio do Médium* Hester Dowden.
Mas deve levar-se em consideração, por uma parte, que são muitos os “falsários” que conscientemente, por exercício e habilidade, chegam a imitar qualquer tipo de letra e assinatura com só vê-las uma vez. E, por outra parte, a letra e assinatura espontânea dependem de reflexos e hábitos orgânicos; portanto a interpretação espírita da Escrita Fac-símile é total contradição. Em todo caso basta para a explicação as qualidades e o Talento* do Inconsciente agindo com seu próprio organismo. |
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Fac-símiles, por exemplo de Grace Rosher, como se o espírito (?) de William Crokes estivesse psicografando por ela (!). Um amigo meu, de Lins, com notável rapidez escreve imitando a letra de qualquer um, e diante para trás, e ponta cabeça, e em espelho... Imitou a minha assinatura com tal perfeição que no Banco, no Cartório, apesar de avisados não souberam diferenciar. E os especialistas da universidade, não conseguiram mais do que estragar a foto... |
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FACULDADE X |
Wilson Colin pretende sem motivo introduzir mais este neologismo, definindo-o como “a capacidade de apreender a realidade de outros tempos e lugares, esse poder latente que têm os seres humanos de alcançar além do presente”. Como se não existissem já os termos Pcg* e RC*... |
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FADAS |
Ver Potestades*, mas as Fadas seriam só de sexo feminino e, preferentemente, belíssimas. |
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Na tradicional fábula da fada madrinha adota-se o protótipo clássico: diminuta, bela, beneficente para seus protegidos servindo-se da varinha mágica |
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FALHA DE PSI |
O mesmo que o chamado Fracasso Excedentário* nas Experiências Quantitativas* da Micro-Parapsicologia*: tendência que leva as pessoas que tenham qualquer espécie de aversão ou descrença de ESP* ou PK* (?), os chamados Cabras*, a obterem um resultado inferior ao esperado pelas leis estatísticas. Na realidade as pessoas qualificadas como Cabras* “mobilizam” as suas faculdades para obter tais resultados. Porque ninguém, naquelas circunstâncias, pode errar superando sistematicamente o esperado pela casualidade...
É claro que o mesmo efeito pode observar-se em Experiências Qualitativas* e nos Casos Espontâneos*. E não só nas manifestações de PSI*, senão também nas manifestações de Telergia* e Ectoplasma*. |
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FALO |
Representação do pênis, utilizada muitas vezes como objeto de veneração aos deuses (?) ou Elementares* (?) ou Demônios* (?) etc. da sexualidade em cultos antigos. Particularmente no culto Dionisíaco da Grécia e Roma antigas, culto ainda hoje existente em algumas localidades do Japão. Em grande parte semelhantes a esses cultos antigos, existem hoje outros muitos. E algo parecido é o Mito* do Exú* (?) feminino Pomba Gira na Umbanda*. |
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FALSIFICAÇÃO RETROSPECTIVA |
Ver Paremnésia*, termo preferível. |
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FAMILIAR |
Termo muito empregado na Bruxaria* medieval para indicar aquele determinado Demônio* (?) que se constituíria em ajudante de uma Bruxa* (?). É representado, por vezes, como gato ou corvo, formas que o tal Demônio* (?) tomaria.
Em contraposição, Sócrates* pretendia que uma divindade inferior (?) o aconselhava nas suas emergências, e analogamente Santa Joana D’Arc* o atribuia a determinados santos. Em Sócrates*, certamente era seu próprio Inconsciente*, como já então se compreendeu. Em geral, com Santa Joana D’Arc* também a mesma explicação, embora em algumas oportunidades possa haver sido Divina Providência* Especial |
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FANCHER, Mollie (1849-1910) |
Tuberculosa desde a adolescência, tornou-se inválida incurável e ficou retida no leito durante mais de trinta anos. Depois cegou e começou a sofrer de doenças nervosas. Foi então que se manifestou Fenômenos Parapsicológicos* notáveis que pelos muitos e valiosos testemunhos são indiscutíveis. Vivia num estado análogo à Biocinese*. Tinha Asonia, repousando apenas no Êxtase*.
Teve Inédia* durante quase trinta anos. Manifestações freqüentes de PG*, descobrindo o que se passava em terras distantes. Tomava conhecimento do conteúdo de cartas fechadas, evidentemente por HD* e HIP*, pois não existe Criptoscopia* propriamente dita. Tinha várias modalidades de DOP*: lia pelas pontas dos dedos passando a mão rapidamente sobre as páginas impressas; era capaz de distinguir as cores pelo tato; sendo cega nos olhos conseguia através do alto da cabeça e da testa ler centenas de cartas. Etc. |
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FANTASMA |
O termo exatamente designa a imagem feita com o Ectoplasma*, em representação de uma pessoa, viva ou morta, ou de um animal, planta ou coisa, de qualquer ser real ou fictício. Claro, muitas vezes não é Fantasmogênese, senão simplesmente Alucinação*.
Diferencia-se dos conceitos análogos de Escotografia*, Ectocoloplasmia* e Transfiguração* em que, respectivamente, o fantasma é de corpo inteiro, e diminui em densidade tanto quanto seja maior seu tamanho. Parece ter autonomia. É inferior à OBE*, Projeção* de PG, e Bilocação* EN*, e incomparavelmente inferior à Bilocação* SN* e Ubicuidade* (esta sempre SN). No Ocultismo* usam o nome Fantásmata para designar certas “formações pelo pensamento” que seriam autônomas (?) e capazes de comunicações (?) do além. Na realidade meras alucinações*. |
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Foto autêntica Almassy. O fantasma chamado “Irmã Branca”, repetidamente visto por muitas pessoas, no castelo Berstein. |
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FAQUIR |
Palavra árabe que quer dizer pobre. Em princípio, um faquir é um asceta muçulmano que vive de esmolas.
Não teria nada a ver, pois, com o Hinduísmo*. Entretanto designa-se em regra sob o nome de Faquir o asceta hindu que busca alcançar a santidade pela contemplação, pelas mortificações e por certos exercícios físicos e intelectuais. Pretendem possuir domínio (?) sobre as faculdades Parapsicológicas*. Como “demonstração” (?) exercem domínio sobre as batidas do coração e de todas as funções do corpo, obtém a Catalepsia*, param o fluxo sangüíneo em algumas veias por alguns minutos...
Praticam, com freqüência, a própria mortificação e produzem ferimentos a si mesmos, sendo que principalmente aplica-se o nome Faquirismo aos prodígios nesta área de Analgesia*. Se bem que muito do que se ouve sobre Faquirismo seja lenda e Fraude* de charlatões. Alguns praticantes honestos, como artistas especializados nesta área do Ilusionismo*, chegam a dominar notáveis técnicas de faquirismo. Por exemplo, e destacadamente, Mirin Dajo* |
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Mirin Dajo |
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FARAÓ, Maldição do |
Ver Tutankamon*, Maldição de. |
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FARIA, Padre José Custódio de (1756-1819) |
Sacerdote português, natural de Goa. Sem marginalizar o zelo apostólico e inclusive precisamente por ele para evitar Superstições* e abusos de curandeiros, dedicou-se dentro da iniciante Parapsicologia de então a investigar o Magnetismo* Animal.
Foi iniciado pelo Marquês de Puységur*, discípulo de Mesmer*, nas práticas de Magnetismo* (?), cujo estudo aprofundou durante vários anos. A sua primeira lição pública ocorreu em 1803. Em 1813 realizou em Paris um curso público teórico e prático sobre o “Sonho* lúcido”. Deu-lhe notoriedade e originou grandes controvérsias.
O “abade” Faria foi o primeiro observador científico que realizou Experiências Qualitativas*, assentando as bases de uma interpretação científica do Magnetismo* Animal como sendo na realidade Sugestão* da Hipnose*. Extraiu de todas as suas meticulosas observações conceitos científicos muito interessantes, que publicou em “De la Cause du Sommeil au Étude de la Nature de l’Homme” (“Da Causa do Sonho até o Estudo da Natureza do Homem”), Paris, 1819 |
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FASCINAÇÃO |
Domínio psicológico sobre uma pessoa, que perde a sua própria volição ou livre vontade. É uma modalidade de estado sob Hipnose*. E recebe esse nome porque antigamente atribuíam-na ao poder (?) intrínseco do olhar fixo: diz-se que as cobras fascinam o passarinho, e ele pelo medo vai ao encontro da boca do réptil. |
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FATALISMO |
Igual que Destino e o contrário de Livre Arbítrio. Afirmam erradamente que toda a vida e ação do homem seria sempre e plenamente resultante de diversas influências ou planos externos. O ser humano não teria liberdade em nenhum grau. A Astrologia* (?), o Karma* (?) etc., ou antigamente as deusas Parcas (?) haveriam tecido para tudo e para todos o Destino (= Fatum, em latim, donde procede o nome Fatalismo). |
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“As três Parcas fiando o destino de Maria de Médice. Quadro de Rubens, no Museo do Louvre, Paris |
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FATOR-SINAL |
Ver Sinal*, Fator. |
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FÉ |
A crença em verdades Sobrenaturais*, naquilo que não se pode ver nem deduzir naturalmente, mas que se aceita pela autoridade de Quem o revelou. Esse acreditar sem provas diretas, é racional quando apoiado nos Fenômenos SN* que confirmam tal Revelação*; do contrario seria irracional, infantil, inumana. A Fé, além de com seu fundamento ou com seu preâmbulo racional, os Fenômenos SN*, é também um dom de Deus*, e manifesta-se de diversas formas: a firmeza da adesão à doutrina inclusive até o martírio, na isenção de crendices e Superstições*, na prática dos mandamentos, na convicção do poder divino, etc.
Freqüentemente aparecem pessoas de escassíssima formação geral, mesmo que possam ser bons cientistas em algumas limitadas especialidades, que confundem ignorantemente essa Fé Sobrenatural* em Deus* e por Deus*, com a “fé” humana, impropriamente chamada fé, no sentido de força do pensamento, ou convencimento e esperança irracional de alcançar efeitos inclusive SN* (!) etc. por supostos poderes naturais. Ver Magia*, Curas* pela Fé, muito diferente de Curas* com Fé, etc.
FEDA. Famoso Controle* (?) da senhora Osborne Leonard*. O Controle* (?) seria o Espirito* (?) de Feda, uma menina que haveria casado com um dos antepassados da Médium* na Índia e que haveria morrido com a idade de 13 anos, em 1800. Quanta imaginação absurda |
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FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA (FEB) |
Organização fundada em 1883 por Augusto Elias da Silva (1848-1903) com a finalidade de unificar, incentivar e difundir o Espiritismo* no Brasil (e em parte pelo mundo). Dispõe de uma ampla Biblioteca de Espiritismo e afins, de um eficiente departamento editorial, sala de conferências, etc. em ampla sé própria chamada (com a típica intenção de criar confusão com o Catolicismo), “Casa de Ismael”, mas o nome não conseguiu firma-se amplamente, Por fundação do próprio Silva, em 1883 publicam a revista “Reformador. Revista de Espiritismo Cristão” (Plenamente com a intenção de enganar e atrair os cristãos, pois na realidade o Espiritismo* nega toda a doutrina cristã).
Como ponto positivo (se fosse possível isola-lo do característico disfarce enganador), fundaram um Hospital chamado... “Cristo Redentor” (!?–Na realidade para o Espiritismo*, Jesus nem seria o Cristo nem Redentor).
Por outro lado cada estado tem sua Federação, uma espécie de filial da FEB, assim a “Federação Espírita do Estado de São Paulo”, “Federação Espirita de Minas Gerais”, etc., com suas respetivas sede e revista |
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FEDERAÇÃO ESPÍRITA INTERNACIONAL (FEI) |
Fundada em 1913 quase desapareceu, tendo sido um pouco revivificada em 1948. Tem como objetivo fortalecer o Espiritismo* como movimento mundial e o fomento das relações entre as federações espíritas nacionais e estaduais já constituídas. |
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FEDERAÇÃO FRANCESA DE PARAPSICOLOGIA |
Organismo que engloba quatro associações francesas de Parapsicologia*. As firmes atividades desta Federação visam uma intensificação da pesquisa e difusão da Parapsicologia* na França, contra a dramática atitude de muitas Universidades que, por já seculares preconceitos Materialistas*, negligenciam e mesmo desdenham a Parapsicologia* sem nem sequer saber do que se trata. |
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FEDERATION UNIVERSELLE DES ORDES ET SOCIETIES INICIATIQUES (FUDOSI) |
Com sé em Bruxelas, em 1934 já agrupava 14 associações dedicadas à difusão de todo tipo de Esoterismo* (e/ou de Superstições*), com a pretensão (!) de serem “autênticas ordens internacionais e históricas” (!?), pretendendo equipara-se às ordens religiosas dedicadas ao Apostolado. |
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FEIJÃO, Dr. Oliveira |
Professor da Universidade de Lisboa, que estudou a condessa de Castelwich, Psíquica* que com relativa “freqüência” produzia forte Tiptologia* assim como notável Telecinesia*, especialmente levantamento ou inclinação de mesas. |
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FEITIÇARIA |
Em sentido lato é a prática da Magia*. Feiticeiro, também em sentido amplo, antigo sacerdote-mago entre os índios norte-americanos, especialista em Curandeirismo* e em Magia* cerimonial para conhecer o futuro.
Em sentido estrito chama-se Feitiçaria o ritual, qualquer prática, a crença e os próprios objetos utilizados (Feitiço) para causar danos a outra pessoa (HP*). Feiticeiro (a) é qualquer praticante de Magia* que realiza rituais com intenção de HP*, como na Macumba* ou Quimbanda brasileiras, no Vudú* do Haiti, etc. Cinqüenta anos atrás, fora do Brasil onde estava e cada dia está mais difundida, só uns poucos excêntricos afirmavam praticar a Feitiçaria. Hoje, a prática da Feitiçaria e os que supersticiosamente a temem, estão em rápida expansão. Não só. em África, em Brasil, em Haiti, em toda América Latina..., mas também em qualquer centro urbano da Inglaterra e dos Estados Unidos...
A antropóloga inglesa Margaret Murray* no seu livro “O Culto da Feitiçaria na Europa Ocidental”, Londres, 1921, já demonstrava as seguintes teses básicas:
1) No fim da Idade Média e no Renascimento, os julgamentos de Bruxas* não eram simples aberrações intelectuais, mas o resultado de um conflito entre uma religião anti-cristã organizada contra o Catolicismo.
2) Essa religião anti-cristã, baseada na Feitiçaria, pode remontar aos cultos pré-clássicos da fertilidade: a deusa (?) Terra, a grande mãe, ritualmente assassinada pelo deus-rei (?) Sol para assegurar o bem do seu povo e a fertilidade das suas sementes.
3) Já no século XVII essa Feitiçaria e culto anti-cristão mantinha a sua própria hierarquia “religiosa” (?), festivais, locais “sagrados” (?) e estrutura peculiar.
Essa teoria de Margaret Murray* foi e ainda é muito aceita pelos seguidores de toda classe de Ocultismo*. |
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Ninguém nem os vereadores, nem os bombeiros, nem a polícia se atreveu a mexer no feitiço de Umbanda (!!). Mais de cinco horas depois chamaram o Pe. Quevedo, que para ridicularizar tão arraigada superstição, fez questão de que o pegasse a mais jovem aluna do CLAP, onde o feitiço, entre tantos, conserva-se até hoje como divertimento... |
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FENÔMENOS PARAPSICOLÓGICOS, CARACTERÍSTICAS DOS |
Antes de mais nada, Ver Parapsicológicos* Fenômenos (Casos, etc.):
1) Raridade e fugacidade da ocorrência observável.
2) Imposibilidade de dominar o fenômeno para repeti-lo à vontade.
3) Caráter de inesperado e imprevisível, o que dificulta a preparação do seu registro.
4) Aspecto inteligente e intencional (Inconsciente*) de tais Fenômenos Parapsicológicos*.
5) A insegurança e a imprecisão dos testemunhos puramente pessoais, quando os observadores não são especialistas treinados.
6) Decorrem de uma Função* Menos, mesmo que possa ser passageira.
7) E levam o Psíquico* a maiores e mais continuados desequilíbrios, são perigosos à saúde Psíquica* e física os Fenômenos EN* e PN* (Não, claro está, os SN*). Ver também Psicorragia*.
8) Quase todos os Fenômenos Parapsicológicos* podem ter certo parecido com acontecimentos normais, assim a Fraude* (mesmo inconsciente ou irresponsável) deve ser sempre a primeira hipótese. |
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O parapsicólogo Padre Carlos Maria Heredia, S.J., perante grande assembléia reproduzindo por truque um fantasma (E ecto-colo-plasmia*). Para desmascarar a tantos médiuns |
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FENÔMENOS PARAPSICOLOGICOS, CLASSIFICAÇÃO |
Charles Richet* dividiu os Fenômenos da então chamada Metapsíquica* em dois grandes grupos gerais: Fenômenos Subjetivos: que ocorrem exclusivamente na área mental, do conhecimento. E Fenômenos Objetivos: cuja manifestação envolve ação física sobre os objetos materiais. Tal classificação geral, embora falha nos verdadeiros conceitos filosóficos desses termos, subjetivo e objetivo, permaneceu até hoje por haver sido adotada pela quase totalidade dos Parapsicólogos* da Escola* Norte-Americana, a Micro-Parapsicologia*, que não sabe que tais termos estão sendo usados indevidamente com respeito ao seu verdadeiro significado.
Porque, nos significados filosoficamente corretos dos termos, os Fenômenos de Efeitos Psíquicos também são Objetivos (=Reais); e os Fenômenos de Efeitos Físicos podem ser meramente Subjetivos (imaginários ou mal interpretados).
Hoje acertadamente está se difundindo e é preferível a classificação iniciada por Émile Boirac*:
1) Fenômenos Parapsíquicos (em vez de “Subjetivos”) ou Fenômenos de Efeitos Psíquicos.
2) Fenômenos Parafísicos (em vez de “Objetivos”) ou Fenômenos de Efeitos Físicos; e
3) Fenômenos Parabiológicos ou Fenômenos de Efeitos Mistos: em parte Parafísicos* e em parte Parapsíquicos*, como o poder da mente sobre o organismo no Curandeirismo*, Feitiçaria*, etc.
As classificações anteriores são do ponto de vista do efeito. Do ponto de vista da causa, os Fenômenos Parapsicológicos* têm outra divisão:
1) Fenômenos Extranormais* (EN*) (do que a Micro-Parapsicologia* nada sabe).
2) Fenômenos Paranormais* (PN*) (onde a Micro-Parapsicologia* erradissimamente engloba todos os fenômenos Parapsicológicos*). E
3) Fenômenos Supranormais* (SN*) (do que a Micro-Parapsicologia* também nada sabe).
E ainda, pelo modo em que se apresentam, dividem-se em Casos Espontâneos* (que a Micro-Parapsicologia* desconhece ou despreza) e Casos Experimentais*, sejam Experiências Quantitativas* (únicas que a Micro-Parapsicologia* considera) ou Qualitativas* (que podem ser poucas mas de grande valor. A Micro-Parapsicologia*, porém, as desconhece ou despreza) |
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FERNÁNDEZ, José Salvador (1893-1967) |
Estudou Engenharia Civil na Faculdade de Engenharia de Buenos Aires. Mas depois, convencido da maior importância dedicou-se a pesquisar Parapsicologia*, da que depois foi catedrático na mesma Universidade. Publicou bastantes livros e muitos artigos e entrevistas. Foi eleito presidente de numerosas agrupações de Parapsicólogos*, como a “Sociedade Argentina de Parapsicologia”, “Colégio Argentino de Estudos Psíquicos”, “Instituto Argentino de Parapsicologia”, etc |
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FERRER, São Vicente (1357-1419) |
Natural de Valência, Espanha, entrou na ordem de Santo Domingo (Frades Dominicanos). Foi um muito notável Taumaturgo*, alcançando de Deus* muitos Fenômenos SN* de todo tipo, assim convertendo ao Catolicismo milhares e milhares de seguidores de outras religiões pagãs, cismáticos, heréticos, ateus... em Espanha, Itália, França, Alemanha e Inglaterra, onde pregava habitual e perfeitamente nas línguas e dialetos das regiões que percorreu (ele só sabia espanhol, e no final de sua vida também inglês). Alem de outros muitos Milagres*, Ver em Xenoglossia*, em Sansonismo* e especialmente em Revitalização*. |
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FETICHISMO ou FEITICISMO |
1) Em Parapsicologia* designa a veneração de objetos inanimados porque os Supersticiosos* acreditam que a Magia* tem poder intrínseco, como se fossem seres animados (?) ou Sobrenaturais* (?).
2) Em Psicologia* designa a condição patológica na qual a excitação e a satisfação sexual são condicionadas pela visão ou pelo contato com um objeto pertencente a uma pessoa do sexo oposto. Neste significado dentro da Psicologia* só interessa na Parapsicologia* o fato de que o Feticismo se fomenta em Satanismo* e em certos tipos de Iniciação* como, por exemplo, do Candomblé* |
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FIGAR, Stephane |
Fisiologista checo que em 1958 usou o Pletismógrafo* demonstrando que as captações de HIP* entre duas pessoas sentadas a alguns metros uma da outra, repercutem na pressão sangüínea. |
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FILOMANCIA |
Mais uma entre tantas Mancias*, esta pela avaliação de peculiares modos de “sussurrarem” as folhas de certas árvores, por exemplo as palmeiras e os carvalhos, como se assim as Potestades* (I?) “sussurrassem“ certos Presságios*. |
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Parece um fantasma maravilhoso, mas na verdade... |
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FILÓSTRATO |
Ver Apolônio* de Tyana. |
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FINDLAY, J. Arthur (1883-1964) |
Juiz britânico. Pesquisador (?- nada científico), conferencista e um dos mais conhecidos escritores da literatura de Espiritismo*, fundador em 1920 da revista “Psychic,” de Glasgow, e co-fundador da “Psychic Press”, proprietária de outra revista: “Psychic News”. Autor prolífico, a sua obra mais conhecida, “Au Seuil du Monde Ethere”, atingiu trinta edições só no seu primeiro ano e foi traduzida a diversos idiomas.
Simplesmente pelo entusiasmo dos sequazes do Espiritismo*, porque o livro é fundamentalmente errado. Apresenta Fenômenos* Parapsicológicos interessantes como fatos, mas completamente sem provas e até absurda a interpretação. |
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FIO DE PRATA |
Ver Cordão* de Prata. Não confundir com Fio* Ectoplasmático. |
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A técnica moderna consegue analisar o “fio ectoplasmático” ou telérgico |
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FIO ECTOPLASMÁTICO ou FIO ECTOPLÁSMICO |
É um finíssimo feixe de Ectoplasma*. Foram confirmados científicamente por primeira vez pelo Dr. Ochorowicz* com Stanislawa Tomczyk*. Normalmente invisíveis, basta um só para suportar um par de tesouras. Com aparelhagem especial foram vistos, tocados, fotografados, detectados eletronicamente, etc. emanando dos dedos ou doutras partes do corpo de certos Psíquicos* em Experiências Qualitativas* de Telecinesia*. Ver Raios* Rígidos. Não confundir com Fio* de Prata. |
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FIO FLUÍDICO |
Ver Fluido*. |
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FIRE-WALK |
Expressão inglesa que designa uma classe de Pirovásia*, termo preferível. |
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FISIOTELESCOPIA |
Ver Eautoscopia* e Projeção* de PG, termos preferíveis para um e outro desses dois Fenômenos. |
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FITOMETARQUIA |
Influência, positiva ou negativa, que algum Psíquico* pode exercer pela Telergia* sobre os vegetais, favorecendo ou prejudicando seu crescimento. Pode também quebrar vegetais ligeiros ou partes menos fortes deles, mata-los inclusive.
Atribuí-se a Charles Bayley, australiano, famoso Médium* de Aporte*, que também faria que sementes marcadas de mangueira brotassem quase instantaneamente (?) e que a murta indiana crescesse em vinte minutos até à altura de dezesseis polegadas (?). Mas os melhores Parapsicólogos*, e portanto também conhecedores de Ilusionismo*, garantem que os casos um tanto mais notáveis apresentados por Ch, Bayley foram Fraude*. Como no caso análogo da Médium* que em São Paulo alcançou temporariamente muita fama porque com grande espanto de muitas pessoas faria que grãos de feijão brotassem quase instantaneamente. Foi desmascarada pelo Pe. Quevedo. |
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Muitas pessoas acudiram ao CLAP porque uma médium de São Paulo conseguia que os “espíritos” (?) fizessem brotar um feijão, escolhido ao acaso, com só coloca-lo na água e fazer no copo a “cabina escura”. Instruído na mágica pelo Pe. Quevedo, um professor do CLAP foi, trocou sem que ninguém percebesse o grau escolhido ao acaso pela médium, e ela nada conseguiu. Depois o próprio professor pediu que ela escolhe-se outro grão qualquer, e trocando-o ele por mágica, nada conseguiu a médium charlatã. |
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FLAMMARION, Camille (1842-1925) |
Célebre astrônomo francês. Em 1882 fundou a revista “L’Astronomie” e em 1887 a “Société Astronomique de France”. Foi também o fundador do observatório astronômico de Juvisy completando-o com uma estação metereológica e uma estação de rádio-cultural. Sua produção escrita é realmente enorme: 25 livros de divulgação de Astronomia, dez livros de Ciência Natural, 7 de Psicologia e 6 de Literatura.
Mas pouco a pouco e convencido cada vez mais da maior importância, foi deixando a Astronomia, a Psicologia*, as Ciências Naturais, a Literatura, para dedicar-se à Parapsicologia*. Foi membro do IMI*.
Temperamento generoso, apaixonado e ávido de novidades, havia iniciado ainda muito jovem como Médium* em sessões dirigidas por Allan Kardec*. Chegou inclusive a suceder Allan Kardec* como presidente da F.E.I.* e na direção da “Revue Spirite”. Recolheu e analisou inúmeros casos e documentos de pesquisas de Fenômenos* Parapsicológicos procedentes de sua pátria e do estrangeiro. Deles extraiu a matéria essencial para as suas obras inicialmente sobre Espiritismo* e depois sobre Parapsicologia*. Sendo de grandes qualidades científicas, acabou reconhecendo que o Espiritismo* não tem base nenhuma, que é um global erro de interpretação de Fenômenos* Parapsicológicos de vivos (EN* e PN*. Lamentavelmente não abordou os possíveis SN*, por serem em ambiente religioso, como se nesse ambiente os fatos não fossem observáveis e por tanto, como fatos, pertencentes à ciência. Esse preconceito é tão freqüente entre, por outros motivos, bons cientistas...).
As suas Experiências Qualitativas* e análises de Casos Espontâneos* com Médiuns* incluem as realizadas com a Sra. Girardin na casa de Victor Hugo* em Jersey, com a Sra. Huet e com Eusápia Palladino*. Entre as suas obras, últimas e mais amadurecidas sobre temas de Parapsicologia* destacam-se: “L’Inconnue et les Problèmes Psychiques” (“O Desconhecido e os Problemas Psíquicos”, assim chamados então os parapsicológicos), Paris,1904 - “Les Forces Naturelles Inconnues” (“As Forças Naturais Desconhecidas”, onde é muito significativa a contraposição naturais hoje, desconhecidas antes), Paris, 1909. “La Mort et son Mystère” (“A Morte e seu Mistério”, contra toda a superstição do Espiritismo que gira ao redor do pós-morte, sendo que é um mistério total para a Ciência –só conhecido por Revelação* assinada com os SN*--), Paris, 1922. “Les Maisons Hantés”, (“As Casas Assombradas”, como são chamadas supersticiosamente, onde acertadamente apresenta a explicação totalmente natural), Paris, 1923 |
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FLOURNOY, Théodore (1845-1920) |
Natural de Genebra, Suíça. Em 1878 doutorou-se em Medicina na Universidade de Estrasburgo. Em 1891 assumiu como professor extraordinário de Psicologia* Fisiológica na Universidade de Genebra, passando a professor regular de Psicologia* em 1908. Em 1915 além de professor de Psicologia*, assumiu como professor regular de Historia e também de Filosofia da Ciência. Em 1919 foi declarado professor honorário. Nessas áreas escreveu livros importantes.
Convencido e corajosamente deixou cada vez mais de lado a Medicina e Psicologia*, estritamente ditas, dedicando-se à Parapsicologia*. Por isso foi muito discutido pelos preconceitos dos cientistas da sua época (e de hoje). É reconhecido pelos Parapsicólogos* (fora da Micro-Parapsicologia*, claro) como um dos melhores cientistas nesta área. Marcou época na Parapsicologia*.
Autor de excelentes livros como “Des Indes a la Planète Mars” (”Das Indias ao Planeta Marte”, demonstrando que o caso de Hélène Smith*, tão cacarejado pelos Supersticiosos, nada tem da absurda Reencarnação* nem de pretendidas viagens interplanetárias –Ver OVNI* e Fora da Terra-, sendo incontestavelmente Glossolalia* e Xenoglossia* Impropriamente Dita), Genebra, 1900. “Esprits et Médiuns” (“Espíritos e Médiuns”, ridicularizando plenamente essas superstições), Genebra,1911.
A simples pergunta de se algum Fenômeno* poderia dever-se à intervenção de um Espírito* (?), “provoca em mim -dizia- uma hilaridade compulsiva”. Quanto aos Médiuns*, em carta ao excelente parapsicólogo Robert Tocquet* confessa que é preciso muita diplomacia e paciência, porque são essencialmente tão mais desequilibrados quanto melhores Psíquicos*, ao extremo de serem insuportáveis. Ver Função* Menos. |
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FLUIDO |
Emanações fantasiadas por Mesmer* e por Kardec*, difundidas pelos seguidores de um ou do outro. Entre os delirantes do Espiritismo* ou de outros ramos do Esoterismo*, hoje a mais famosa irradiação como se fosse do Perispírito* (?), é a Kirkiangrafia, registrada pela máquina Kirlian*: na realidade o vulgar “efeito corona”.
Em tanto quanto diferente da Telergia*, ou diferente de emanações absolutamente normais como o calor, etc., não há tal Fluido ou Magnetismo* Animal nem Fluido do Perispírito* (?). Nestes casos, quando reais Telergia* ou emanações normais, antigamente designava-se com o nome de Fluido esse elemento subtil, geralmente invisível exceto aos infravermelhos ou à “luz negra”.
Toda pessoa emite ou pode emitir, segundo sejam comuns ou de Telergia*, irradiações que podem detectar-se por determinadas técnicas. Recebeu nomes diversos mas com grandes analogias nos conceitos: Atmosfera* Humana, Antropoflux*, Aura*, Fio* Ectoplasmático, Fio* Fluídico, Força Ectênica, Força Néurica* Radiante, Od*, Raios* Rígidos, Raios* V, etc |
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FLUIDÔMETROS |
Designação genérica dos aparelhos para demonstrar a existência e quantidade do Fluido*. Podem medir a Telergia*, sim, mas também emanações até absolutamente comuns, assim levando a grandes erros. Entre eles podemos citar os célebres Biômetro-Galvanômetro de Audollent, Estenômetro de Joire, Bioscópio de Collongus, Motor* a Fluido de Tromelin, Magnetômetro* do Abade Fortin etc. Podemos acrescentar, embora menos célebres, o Magnetômetro*, o Zoomagnetômetro* ou Zoomagnetoscópio*, o Neurodinamômetro*, o Biômetro*, a Balança*, etc. |
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FODOR, Nandor (1895- ?) |
Psicanalista de Budapeste. Investigador da S.P.R da Hungria (HSPR). Membro honorário da “Sociedade de Metapsíquica da Hungria”. De 1933 a 1935 subdiretor da revista “Light”. Conferencista e autor de vários livros sobre Psicanálise, Religião... E concretamente sobre Parapsicologia*, muitos livros demonstrando a existência e refutando as Superstições*.
Assim a “Encyclopaedia of Psychic Science” (“Enciclopédia de Ciência Psíquica” –Parapsicologia*-), Londres e Nova York, 1934. “The Story of the Poltergeist down the Centuries” (“A Historia do Poltergeist através dos séculos”), Londres, 1953. “On the Trail of the Poltergeist” (“Na Trilha do Poltergeist”),1958. “The Haunted Mind. A Psychoanaliyst Looks at the Supernormal” (“A Mente Assombrada. Um Psicanalista olha o Supernormal” – Parapsicológico*, não no sentido correto de Supra-Normal*, SN*), 1959. “Mind over Space” (“Mente por cima do Espaço”), 1962. “Between Two Worlds” (“Entre Dois Mundos”), 1964. “The Unaccountable” (“O Inexplicável”), 1968. “Freud, Jung and Occultism”, 1971. |
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FOGOS FÁTUOS |
Luzes peculiares que aparecem em cemitérios e lugares pantanosos. Está muito difundida a Superstição* que acredita que tal Fenômeno* esteja relacionado com os Espíritos* (?) dos mortos... Na realidade está completamente provado que se trata de causas naturais, como os gases procedentes da decomposição de material orgânico ao entrarem em contato com o ar. |
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FONAÇÃO SUBSÔNICA |
Emissão imperceptível ao ouvido humano, gerada por uma fonação das nossas cordas vocais. Geralmente a pessoa que a produz é totalmente Inconsciente* à respectiva fonação. É um dos fundamentos da HIP*. É também uma, entre outras, das explicações do que a Superstição*, muito difundida e até fanaticamente divulgada, atribui aos Espíritos* (?) dos mortos quando detectada em gravadores e outros aparelhos. Ver Trans-Comunicação* Instrumental: TCI*. |
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FONÍSTICA |
Tratado a respeito da fenomenologia de Psicofonia*, de TCI* e inclusive de Tiptologia*. |
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FONO-VIDÊNCIA |
Denomina-se assim um Fenômeno* análogo à chamada Televisão* Psíquica, mas mediante o telefone. Ver Alucinação* Verídica. Ambos termos são preferíveis. O Fenômeno* foi “descoberto” (?) por Vicent N. Turvey em 1905. Freqüentemente era capaz de descobrir acertadamente as condições existentes no outro extremo da linha e inclusive dar informações adicionais desconhecidas de quem falava ao telefone. Como máximo simplesmente Telepatia*. |
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FONTENAY, Guilleaume de (1861-1914) |
Ex-oficial do exército francês. Foi um dos grandes cientistas da época. Em 1896 marginalizou os interesses militares e de qualquer outro ramo da Ciência, e escolheu convicto a Parapsicologia*. FONÍSTICA. Tratado a respeito da fenomenologia de Psicofonia*, de TCI* e inclusive de Tiptologia* Em 1898 publicou em Paris “A propôs D’Eusapia Palladino, les Scéances de Monfort l’Amaury”, que continha notáveis fotografias de mesas em levantamento por Telecinesia*. FONÍSTICA. Tratado a respeito da fenomenologia de Psicofonia*, de TCI* e inclusive de Tiptologia* Com ajuda dos seus colaboradores foi Fontenay quem mais contribuiu na sua época para eliminar da fenomenologia realmente parapsicológica certos fatos de Fraude*, introduzindo modos mais rigorosos de observar os Fenômenos Parafísicos* nas Experiências Qualitativas* e de analisa-los à luz dos Casos Espontâneos*.FONÍSTICA. Tratado a respeito da fenomenologia de Psicofonia*, de TCI* e inclusive de Tiptologia* Muito meticuloso, com duas grandes séries de Experiências Qualitativas* a respeito do Fluido* e da Pneumografia*, no seu livro “La Photographie et l’Étude des Phénomènes Psychiques”, Paris, 1912, monstra muitos erros em que tinham caído outros cientistas, entre eles Ochorowicz*. |
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FORA DA TERRA |
É um Desafio* (entre tantos), lançado por T. Flournoy* já no inicio da Metapsíquica* e continuamente repetido pelo CLAP*, que prova que não há Comunicação* dos Espíritos* (?) dos mortos. Porque já era sabido, na Escola* Teórica, que os conhecimentos Parapsicológicos* são sempre em Relação* Psíquica, portanto no Prazo* Existencial e Dentro do Nosso Globo.
Para convencer os cépticos” (?!), os “mestres” (?) do Espiritismo* Allan Kardec* no seu “La Genèse” e na “Revue Spirite” (embora ilicitamente suprimido na tradução pela Federação* Espírita Brasileira”), e Leão Denis no “Catecismo Espírita”, e Chico Xavier etc., etc.. afirmam muitas coisas de Fora da Terra. Por exemplo:
1)Marte não tem nenhum satélite”.
- Hoje sabemos que tem dois: Deimos e Fobos.
2)Júpiter só tem dois satélites”.
- Hoje sabemos que tem ao menos 37, alguns como Ganímedes, Io, Europa..., maiores do que a nossa Lua.
3)Júpiter é um paraíso, de vegetação imensa, clima de eterna primavera”, etc.
- Hoje sabemos que sua temperatura é de 140 graus centígrados abaixo de zero, e uma superfície de gases asfixiantes derretidos, onde nenhuma vegetação é possível.
4 e 5)“Todos os planetas estão habitados por seres humanos iguais a nós, que são Reencarnações* (?) de Espíritos* (?) de mortos do nosso ou de outros planetas”.
- Hoje sabemos que nenhum planeta do nosso sistema solar está habitado. E não há Reencarnação*.
Etc., etc. |
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Os satélites Ganímedes, Calixto, Io e Europa comparados com a nossa Lua. |
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A superfície de Júpiter (o tal de “Eterno Paraíso”, segundo os espíritas...) |
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FORÇA ÓDICA ou FORÇA ODÍLICA |
Ver Od*. |
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FORÇA PSÍQUICA |
A expressão foi utilizada pela primeira vez por Camille Flammarion* na sua obra “Les Forces Naturelles Inconnues”. Outros muitos autores hão empregado essa expressão. Aceitável tanto quanto tenha o mesmo significado que Telergia*, termo preferível. |
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FORT, Charles Hoy (1874-1932) |
Estudioso norte-americano de Fenômenos “incríveis”, foi o pai do moderno fenomenalismo. Aos quarenta e dois anos, quando uma modesta herança o libertou da seu trabalho como jornalista, realizou investigações no Museu Britânico e na biblioteca pública de Nova Iorque durante vinte e sete anos, estudando relatos quer científicos, quer populares, à procura de relatos de anomalias e de explicações não convencionais, quaisquer quer elas fossem. Entre eles encontrou muitos Fenômenos Parapsicológicos*. Catalogou os fenômenos que os cientistas tradicionais “condenavam” (sem estuda-los!): “The Book of the Damned” (“O Livros do Condenado”), Nova Iorque, 1919.
No ano da morte de Fort, foi fundada em Norte-America a “Sociedade de Amigos de Charles Fort”. Como disse seu primeiro presidente, Tiffany Thayer, “as qualidades de Charles Fort seduziram um grupo de escritores americanos, que decidiram prosseguir, na sua honra, o ataque que ele lançara contra os onipotentes sacerdotes do novo deus: a ciência” (a míope ciência exclusivamente Materialista*) Para certas analogias de principio, Ver Escola* Norte-Americana ou Micro-Parapsicologia, e em contraposição Ver Escola* Européia ou Eclética |
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FORTUNE, Dion (1861-1946) |
“Dion, non Fortune” era o lema de Violet Mary Firth, que por isso ficou mais conhecida como Dion Fortune (Na mitologia greco-romana as deusas Dione e Fortuna. Dione que com constância conseguiu ser a amada do deus Júpiter e mãe da deusa Afrodite; e Fortuna, a deusa da sorte e da riqueza). Dion Fortune afirmava que o seu interesse pelos Fenômenos Parapsicológicos*, interesse que durou toda a sua vida, se devia ao contato desde muito cedo com os ensinamentos de Mary Baker* Eddy. De fato seus pais pertenciam à Christien* Science.
Mais que um conhecimento teórico do Ocultismo*, foi a prática de Magia* que a levou a conseguir numerosos seguidores entusiastas. Em 1924 fundou a “Irmandade da Luz Interna” (?), que dirigiu até à sua morte. Dion Fortune foi uma dos primeiros ocultistas a explicar (?) a inter-relação do sistema endócrino e a complexa rede de Chacras* (?) que formariam uma subtil anatomia (?) |
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FORTUNY, Pascal (1872-1962) |
Pseudônimo de M. Cochet. Francês. Homem de elevada inteligência e cultura. Falava fluentemente varias línguas estrangeiras, especialmente inglês, espanhol e chinês. Era tradutor no Senado, respeitado crítico de arte, pintor com exposições muito elogiadas, autor dramático e poeta.
Abalado com a morte do seu filho Frédéric num acidente de avião em 1919, aceitou ler livros de Espiritismo* que lhe recomendou um amigo Supersticioso*. Foi assim que primeiro e com facilidade começou a manifestar Psicografia*, e pouco depois outros Fenômenos* Parapsíquicos. Foi um grande Psíquico*. Passou então Fortuny a fazer sessões públicas de Adivinhação* na “Maison des Spirites”, apesar de jamais haver acreditado na Comunicação* dos Espíritos* (?). Adquiriu grande fama.
E em conseqüência foi submetido a inúmeras Experiências Qualitativas* no IMI* sob a direção nada menos que dos Drs. Gustave Geley* e principalmente Eugène Osty*, que garantiram a autenticidade de muitas das suas manifestações de HIP* e PG*. Igualmente René Sudre*, que acompanhou longamente com muita amizade a trajetória de Fortuny, garante também a autenticidade de suas manifestações parapsicológicas. O Dr. Osty* lhe dedica uma monografia importante: “Une Faculté de Connaissance Supranormale. Pascal Forthuny” (Não seria preciso frisar que aqui é usado o termo Supranormal* não em sentido estrito, senão como sinônimo de Superior ao comum: Extranormal* e Paranormal*), Paris, 1926. |
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FOTOGÊNESE |
É uma das manifestações com que se pode apresentar a Telergia*: produção de luminosidade em forma de faíscas, nebulosidades brilhantes, globos luminosos etc. Às vezes podem brilhar sem iluminar nem aquecer!!!
Dentro da raridade dos Fenômenos Para-psicologicos* é um dos mais freqüentes, inúmeras vezes comprovado não só em Casos Espontâneos* senão inclusive em Experiências Qualitativas*. Como exemplos dos Casos Espontâneos* devem citar-se os manifestados por Etta Wriedt* e mormente por Frederika Hauffe*. E entre as Experiências Qualitativas* não podem pular-se as realizadas com Pasquale Erto* e Frank Kluski* |
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FOTOGRAFIA DO PENSAMENTO |
Escotografia*, termo preferível. |
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FOTORECEPTORES |
Terminações nervosas na pele aptas para se impressionar até pela luz infravermelha de mínima graduação. Ver DOP*. |
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FOURNIER D’Albe, E. E |
Ver Goligher*, Katleen. |
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FOX, George (1624-1690) |
Aos 19 anos de idade interpretou suas fantasias como se tivesse recebido uma ordem de Deus*, que lhe haveria mandado que cortasse todos os seus laços familiares para pregar contra o formalismo na religião. Foi o fundador da “Sociedade de Amigos”, ou Quakers*. |
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FOX, Irmãs |
Sobrenome das irmãs Margaret, Kate e Leah. As duas primeiras são geralmente consideradas como as fundadoras do Espiritismo* moderno. Tudo começou com Kate e Leah, respectivamente de oito e de seis anos de idade. Durante várias noites a família Fox era acordada por aparentes Tiptologias*. Segundo o pai, o camponês e pastor metodista Rdo. John D. Fox, os ruídos não podiam ser atribuídos aos ratos, ao vento ou a qualquer outra causa normal.
Há muitos relatos de Tiptologias*, através dos tempos. Mas neste caso os acontecimento tomaram um caminho inesperado..., sob a direção e estímulo da irmã mais velha, Leah, de 23 anos, casada: Sra. Fisch. A partir do dia 31 de Março de 1848, as duas irmãs mais novas, Margaret e Kate, haviam arranjado uma maneira de brincar, fazendo aparente Tiptologia*. Então Leah sugeriu que lançassem um “desafio” a esses barulhos. O desafio consistia em repetir com a mesma intensidade e ritmo as batidas provocadas pela outra das duas irmãs. Era notável a maneira como as batidas eram repetidas, exatamente da mesma forma, como se o fossem “por mãos invisíveis”. Depois estabeleceram um diálogo “tiptológico” com os “seres invisíveis”. Estimulada por Leah a notícia das novidades em casa da família Fox logo se espalhou, criando uma agitação considerável entre os vizinhos, que foram convidados para ouvir as “conversações”. Muitos deles ficaram convencidos de que as Irmãs Fox mantinham contato com os Espíritos* (?) dos mortos.
Daí nasceu o Espiritismo* moderno. As duas irmãs Fox transformaram-se em Médiuns famosíssimas... Até que quarenta anos depois, 1888, Margareth Fox Kane e Kath Fox Jenckenj declararam em lotadíssimas sessões públicas e aos grandes jornais que haviam sido elas mesmas que produziam os ruídos, mostrando as Fraudes* que haviam começado com as articulações do pé sobre o espaldar da cama de madeira. Mais ainda. reconheceram que em toda sua vida jamais tiveram Comunicação* de Espírito* (?) nenhum. O escândalo foi épico..
Margaret e Kate abandonaram o Espiritismo*, renunciando também à confissão metodista em que haviam sido criadas, e se fizeram católicas sinceras e praticantes... |
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As irmãs Fox quando já adultas e líderes fundadoras do Espiritismo. Da esquerda para a direita: Leah, Margareth e Kate. |
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FRACASSO EXCEDENTÁRIO |
Ver Excedentário, Fracasso. |
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FRANCISCO de Assis, São (c. 1182 – 1226) |
Fundou a Ordem religiosa dos Franciscanos (Irmãos Menores Franciscanos) e com Santa Clara a Ordem das Clarisas, e depois fundou, para os leigos, a Ordem Terceira Franciscana. Entre os Fenômenos* Parapsicológicos que manifestou, destaca-se a Dermografia*, sendo considerado o primeiro da História em portar continuamente (de 1221 até sua morte) os Estigmas* da Paixão de Cristo*. Afirmou, e repetem secularmente os católicos, que uma Aparição (?) de Jesus Crucificado ter-lhe-ia gravado os tais Estigmas* (Absurdo: “Seria blasfêmia atribuir a Deus prejudicar um organismo”, slogan que a muitos respeitos frisamos neste dicionário). |
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Pintura de “El Greco”, Madrid, El Prado, representando a estigmatização de São Francisco de Assis. |
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FRAUDE |
Trapaça, por habilidade ou técnica, com que alguém finge realizar Fenômenos* Parapsicológicos. Mesmo inconscientemente, todos os Psíquicos*, ao menos alguma vez, cometem Fraude*, precisamente porque os Fenômenos* Parapsicológicos não se podem produzir à vontade.
Por exemplo em aparentes Fenômenos de Ectoplasmia*, foram descobertos numerosas técnicas de enganar. Inclusive uma simples regurgitação de material diáfano, tragado previamente à sessão, enganou durante anos a vários pesquisadores famosos. Esta explicação no caso de Eva* C. em Londres, foi primeiro sugerida, em 1922, por Parapsicólogos* conhecedores de Ilusionismo*, pertencentes à SPR*. Foi considerada cabalmente demonstrada no caso Duncan* em 1931. Hoje conhecem-se condições que tornam facilmente desmascarável este tipo de Fraude*.
Em Parapsicologia* é preciso ter em conta, a todo momento, que a hipótese da Fraude*, mesmo Inconsciente*, é sempre a primeira a ser considerada na investigação de quaisquer Fenômenos* Parapsicológicos, por muito sérias que as circunstâncias pareçam à primeira vista. Também Ver Histeria. Na Escola* Européia corre como um axioma que “não há que desconfiar do Psíquico* que foi pego alguma vez em fraude, senão de quem nunca foi pego, pois esse frauda sempre¨, é um Ilusionista*”.
Entre os casos mais notáveis de Médiuns* (?) trucadores, citemos Francesco Carancini*, Charles Eldred*, irmãos Davenport*, Pasquale Erto*, Ladislas Lasslo*, Jack Webber*, etc., etc.
Por isso, para não ser enganado, todo Parapsicólogo* deve ser também especialista em Ilusionismo*, ao menos teórico, mesmo que não tenha habilidade ou treino para realizar certas Mágicas. |
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O famosíssimo médium espírita Jack Webber, até de mãos e pés atados, enganou milhões de pessoas com se da boca sai-se grande quantidade de ectoplasma. No destaque: pareceria que se estava formando o pé de um fantasma... |
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O grande parapsicólogo Padre Carlos Maria Heredia, jesuíta, publicamente desmascarando, e superando, os mais famosos médiuns espíritas que afirmam dominar a emissão de ectoplasma |
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FREITAS, Lourival de |
Ver “Nero”. |
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FREUD, Sigmund (1856-1939) |
Psiquiatra e neurologista austríaco de origem judaica. Influenciado pelo Dr. Breuer, que em 1882 lhe havia relatado o caso de Ana O., e insatisfeito com os métodos terapêuticos disponíveis, à cabeça dos quais surgia o eletrochoque, Freud decidiu em 1885 visitar a clínica de Charcot*, a fim de aprender algo sobre a Hipnose*. Depois de quatro meses na Salpêtrière, regressou a Viena e montou consultório. A sua aceitação entusiástica das teorias de Charcot* valeram-lhe os ataques dos seus colegas e do seu antigo professor Meyuert. Freud iniciou uma colaboração com Josef Breuer, um dos médicos mais famosos de Viena. Freud descobriu também o novo método de livre associação, que lhe ocorreu estudando um doente.
Durante os anos 1894-1899 Freud sofreu ansiedade e inclusive uma série de surtos psicóticos de tipo hipocondríaco e depressivo. Passou então a analisar-se a si próprio e a confiar-se por carta a Wilhem Fliess, otorrinolaringologista de Berlim, que tinha umas quantas idéias estranhas sobre Psicologia humana. A teoria psicanalítica nasceu deste período de perturbação e em 1896 Freud passou a usar o termo Psicanálise para designar a sua nova técnica.
O “Traumdeutung”, Viena, 1900, foi o livro que Freud sempre considerou a sua obra mais importante. Nesse livro, e em mais uma quinzena de livros sobre Psicanálise que foi publicando ao longo dos anos, Freud descreve alguns dos mecanismos mentais relacionados com a vida normal e a neurose: repressão, esquecimento, simbolização, elaboração secundária, reminiscências, etc.
O “complexo de Édipo”, o “id*”, o “superego*”, o “ego”, o “complexo de castração”, todos foram fluindo do pensamento fértil e perturbado de Freud (com erros notáveis, pela projeção dos seus próprios problemas), Um grupo de seguidores dedicados e de grande capacidade, divulgou a Psicanálise para além de Viena. Depois, a perseguição nazi dispersou muitos psicanalistas para os Estados Unidos e para a Inglaterra. Freud deixou Viena em 1938 e morreu em Londres um ano depois.
Do ponto de vista da Parapsicologia* o mais interessante em Freud foi a sua evolução a respeito desta ciência. Inicialmente discutia muito com Jung* e até com certo menosprezo o chamava “o Bruxo*”, mas ele próprio teve conhecimento por PG* da morte do seu filho na guerra, além de encontrar-se com muitos Fenômenos Parapsicológicos* entre seus pacientes, com o que pouco a pouco foi-se entusiasmando com a Parapsicologia*. Inclusive associou-se na SPR*. E até chegou a escrever ao Parapsicólogo* norte-americano Hereward Carrington* que “se tivesse sabido o que era Parapsicologia* quando começou a pesquisar, haver-se-ia feito Parapsicólogo*, em vez de psicanalista”. |
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FRITZ, Dr. Adolph |
Seria o espírito* (?) Controle* (?) de famosos espertalhões praticantes de Cirurgia* Psíquica no Brasil. Uma “máfia” de espíritas, inclusive alguns que são médicos, fizeram à propaganda tão falsa como bem organizada e numerosa, assim exaltando o Espiritismo*, mas explorando milhões de doentes desesperados ou ingênuos. Começou com Arigó*, seguindo-o “Oscar Wilde*”, Edson Queirós* e por último Rubens Faria*. Esses charlatães afirmavam que só eles eram médiuns de “Adolph Fritz”. E nunca mais, pois depois “Adoph Fritz” iría a outras Esferas* distantes da Terra. Afirmações que procederiam (?) do próprio “Dr. Fritz”. Outros praticantes de Curandeirismo*, porém, afirmam, também como propaganda mentirosa, que também neles age o “Dr. Fritz”.
Riqueza fácil e milionária, além de desonesta enorme propaganda do Espiritismo* e combate sorrateiro ao Catolicismo. O descaro e sem-vergonhice cai até no ridículo: Após Adolph Hitler, qualquer um, mesmo retardado mental, que pretenda disfarçar-se de alemão vai chamar-se Adolph. Enquanto que Fritz nem sequer é um sobrenome, é um apelido: Francisquinho. Dizem que se trata do Espírito* (?) de um médico alemão morto na 2a. guerra mundial. Ora, em que Universidade estudou? Onde está o testamento, a família, o túmulo? Médico em que hospital ou em que consultório? Onde consta algum registro? Nada sabe do que se possa comprovar...
E o cúmulo do descaramento: O tal Espírito* (?) de Adolph Fritz, Incorporado* (?), nem fala nem entende alemão! E mais descaro: Dizem que o viram algumas vezes, e o desenharam: No além com roupa! É tudo farsa, eles o sabem. As diversas Federações Espíritas, nacional e estaduais, o sabem, foi-lhes demonstrado, foram desafiadas, e desavergonhadamente continuam mentindo. |
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Dr. Adolph Fritz |
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FRNM |
Sigla da “Foundation for Research on the Nature of Man”. Instituição de Parapsicologia* em Durham, N.C., EUA. Seu diretor foi Rhine*. Naquela mesma cidade, na mesma Universidade Duke*, derivou do “Institut for Parapsychology”, do próprio Rhine*, a FRNM quando ao menos na intenção pretenderam abrir-se um tanto, se não aos métodos, ao menos aos intuitos da Escola* Teórica. Mas para tanto, Rhine e seus colegas estavam completamente despreparados.
Prestam o auxílio econômico necessário a pessoas que queiram fazer estudos sobre Parapsicologia*, especialmente a quem se queira preparar para a investigação (Com os métodos da Micro-Parapsicologia*!). Publicam o “FRNM Bulletin” desde 1966, e a “Parapsychology Review” desde 1970 |
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O novo prédio da “Foundation for Research on the Nature of Man” (FRNM) |
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FUKURAI, T |
Investigador japonês de Parapsicologia*, professor na Universidade imperial de Tóquio. Fukurai perdeu sua cátedra por ter publicado, contra a proibição expressa da mesma Universidade, um livro intitulado “Clarvoyance and Thoughotography”, Londres, 1931, no qual relata uma vasta série de Experiências Qualitativas* de Escotografia* por ele realizadas com grande rigor metodológico e com a colaboração de Psíquicos* que além de PG* manifestavam também este tipo de efeitos da Telergia*. Fukurai é mais um “mártir” da verdadeira ciência e mais uma prova do apriorismo Racionalista* etc. da “ciência” unilateralista, materialista, estabelecida na maioria das Universidades... |
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FULMINADOS, Cadáveres |
Precisa-se muita imaginação ou enorme dose de apriorismo para confundir um certo tipo de cadáveres carbonizados por um raio, com a verdadeira Incorrupção*. |
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FUNÇÃO MENOS |
Termo proposto por Boirac*, em substituição do termo Psicopatia*, para destacar que em Parapsicologia* trata-se de Fenômenos que têm essencialmente por ponto de partida uma certa modificação, tanto do estado mental como do estado nervoso dos sujeitos em que se produzem e que consistem ora na exaltação, ora na inibição anormal das faculdades psicológicas ou das funções vitais. Função Menos é, pois, a designação do fato comprovado até a saciedade de que na manifestação de qualquer Fenômeno Parapsicológico*, o indivíduo está em maior ou menor Estado Alterado* de Consciência. Ninguém manifesta Fenômenos Parapsicológicos* em estado plenamente normal, plenamente equilibrado psíquica e fisicamente.
A manifestação de qualquer fenômeno parapsicológico supõe uma Função Menos, mesmo que seja passageira, mas a repetição leva cada vez mais a ainda menor função, a maior disfunção:
1) Esta disfunção pode provir do uso de drogas. Por exemplo Ver Jeans, Dr. Norman. Ou provir do maior uso do Transe*, Hipnose*, contágio psíquico, emoção, nervosismo, etc. etc. Ou simplesmente estar relacionada com o Sexo* em determinadas circunstâncias.
2) Os Fenômenos Parapsicológicos* surgem do Inconsciente*, portanto o Consciente* não os reconhece como próprios daí a necessidade psicológica da Prosopopéia*, às vezes completamente desequilibrante como as de tipo Possessão* (?), Mediunidade* (?), Reencarnação* (?), etc., podendo levar à Divisão* da Personalidade e mesmo à loucura.
3) O Inconsciente* é incontrolável. Abri-lo, dar-lhe passagem, até pela aparentemente inofensiva (?) Oui-já* ou qualquer outra técnica, Mancia* ou Pragmática*, pode facilitar que emerjam à superfície num determinado momento alguns traumatismos latentes, que na vida normal das pessoas não atuam, mas que podem ser graves, e causar graves enfermidades psicológicas.
4) Nossos nervos não estão preparados para acompanhar a manifestação das Faculdades Parapsicológicas*, verdadeiramente enormes, que não são para o estado denatureza decaída em que o nosso organismo se encontra, e que só poderia acompanhar se tivéssemos alcançado o estado Preternatural* no chamado Paraíso Terrestre, e que só poderá acompanhar após a Ressurreição*.
Etc., etc. Os Fenômenos Parapsicológicos* nunca devem ser fomentados, sob pretexto algum, mesmo que a Micro-Parapsicologia* da Escola* Norte-americana ainda não haja percebido!
A Escola* Européia, Teórica, Internacional, pediu e conseguiu de quase todos os governos do mundo que coibissem os praticantes de Adivinhação*, de Curandeirismo*... E muito pior o Desenvolvimento* e pretendido domínio sobre essas faculdades, como esses charlatães que prometem fazer super-homens. Enriquecem-se enganando a tantas pessoas. Neste conjunto encaixam-se também as inumeráveis Seitas* e grupos ou indivíduos que pretendem ser médiuns dos Espíritos* (?), Orixás* (?), Mahatmas* (?) etc., ou Iluminados* pelo Divino Espírito Santo... Ver também Lavagem Cerebral. |
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FUTUROLOGIA |
Nome com que se denomina a ciência que, a partir da análise das linhas seguidas no passado próximo e no presente, deduz algum fato que acontecerá no futuro, Geralmente os futurólogos não consideraram a Pcg*, acertadamente pois nunca se pode saber, antes da realidade dos acontecimentos em questão, se uma pretendida Pcg* o é realmente ou mera invençionice do Inconsciente, ou casualidade...
O curioso é que, pelo contrário, os adivinhos profissionais, todos charlatães, freqüentemente se servem dos cálculos dos futurólogos para atribuir-se êxitos como se fossem fruto do seu domínio (?) sobre a faculdade Pcg*... |
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