BA’AL SHEM TOB (1700-1760) |
Pseudônimo de Israel Ben Eliezer. É o fundador do moderno movimento 'Haisdim', dos Judeus, que se opôs ao Racionalismo* do Talmud*. Nasceu na Polônia. Sem a menor inclinação para educação formal, preferia percorrer os bosques a freqüentar a escola. E os seus mestres julgavam-no de fraca inteligência. Entretanto este 'ignorante' chegou a ser juiz distinto, médico excelente, 'Profeta'* de importância e impulsionador de um profundo avanço dentro do Judaísmo. Para Ba’al Shem Tob o Êxtase* puro, os Milagres* ou os SN*, uma próxima ou imediata chegada do Messias (diferente de Jesus, que não é admitido pelos judeus como o Messias prometido na Bíblia*), a emocional exaltação na oração e a comunicação com Deus* através do Êxtase*, constituíam o meio Místico*, a verdadeira vida e uma religião plenamente saturada de Deus*.
Considerado justamente herético pelos próprios judeus, a sua mensagem, no entanto, prevaleceu, ganhando crescente influência. BABA, Sai. Praticamente nada se sabe da infância e adolescência de Sai Baba, a não ser que pretendeu aprender com o faquir Moslem. Quando já jovem, na Universidade, logo se manifestaram surtos psicóticos, aberta loucura. Por fim sofreu um tipo de 'exorcismos'* de um famoso Shakti e Curandeiro*, na base de golpes violentos e até venenos. Não sarou dos ataques de loucura, mas ficou para toda a vida absolutamente degenerado mental. Claro, houve que retira-lo da Universidade. Foi então quando seu irmão mais velho, Dhole, inteligentíssimo e um prodígio de propaganda exploratória, o propagou como Reencarnação* de quem fora prestigiado, Faquir*, Sai Baba de Shirdi, que havia morrido em 1818. Um agente do Governo que havia conhecido muito bem o famoso faquir*, protestou: afirmar tal Reencarnação* era até maior loucura que a de Sai Baba, pedindo que Dhole fosse internado num manicômio se não procurasse urgentemente tratamento psiquiátrico.
Talvez para evitar essa crítica, Dhole e sua máfia absolutamente decidida a enriquecer-se com a superstição, passaram a apresentar e propagar que Sai Baba era a Rencarnação* de Deus* (apesar de que o Hinduismo, num espantoso panteísmo, não acredita que Deus* seja pessoal. Assim acreditam em milhares de Reencarnações* simultâneas de Buda*). E os Milagres* (Fenômenos SN*) 'divinos'? Em decalque grosseiro do primeiro Milagre* (SN) de Cristo, quando nas bodas de Caná transformou água em vinho, afirmaram que Sai Baba habitualmente transformava água em óleo para sua lâmpada... Ora, Cristo fez o fenômeno claramente SN* perante numerosas testemunhas, e Sai Baba o faria no recesso do seu apartamento.
Como decalque grosseiro da cura por Cristo do cego de nascença, fizeram ampla propaganda de uma vulgaridade para qualquer pessoa não fanática e ao menos medianamente inteligente. Sai Baba haveria curado a uma pessoa... Mas as testemunhas afirmam e os próprios propagandistas (Por exemplo o tão paparicado Howard Murphet: 'Sai Baba. Man of Miracles', New York, 1971, com traduções a muitas línguas e numerosas reedições) tiveram que reconhecer que era simplesmente 'com infeção ocular', ficou 'quase bom', 'continua melhorando'... Usou remédios e colírios... Como decalque, ainda mais grosseiro, da Revitalização* de Lázaro, do empregado do centurião, do filho da viuva de Naim, da Thalita, etc. fizeram que um jovem tomasse um preparado que durante uns dias deixa a pessoa aparentemente morta (Ver, por exemplo, o empregado para os Zombís* de Haiti). E no momento oportuno apresentaram Sai Baba fazendo a 'Revitalização' do falso morto. Pior: Com o próprio Sai Baba usaram o mesmo truque com grande aparato de ignorantes e ingênuas testemunhas durante três dias, como absurdo decalque da tão comprovada Ressurreição* de Cristo.
Por que Sai Baba, antes desse truque, não se deixou azoitar, crucificar, atravessar o peito com uma lança...? Para apresentações freqüentes em público, Bhole e seus cúmplices, conseguiram ensinar a Sai Baba uns simplicíssimos truques. Faz aparecer cinza nas mãos. Ora qualquer criança aprendiz de mágico sabe usar, por exemplo, um falso dedo cheio não só de cinzas, senão até de um lenço, amendoim... Dá de presente fotos ou medalhas dele, e no dia seguinte aparece o nome Sai Baba... Ora nos livros de mágicas para crianças se ensina, por exemplo, que escrevendo com nitrato de prata, de momento nada se vê, mas no dia seguinte, com a luz, vai aparecendo, e cada vez mais. Bhole e seus colaboradores conseguiram para esse degenerado, louco e megalomaníaco que acredite ser um deus... Deixa-se adorar e se exibe como o máximo da divindade. Assim os supersticiosos e ignorantes o qualificam como Sri Satia (nomes de máximo prestigio) Sai Baba.
Hoje, em qualquer parte do mundo encontram-se pessoas que considerem Sai Baba como o mais claro e evidente dos que se apresentam como Messias ou algum deus... Na Índia há mais de 20 colônias com palácios e residências que pertencem ao clã de Sai Baba, cada uma com milhares de seguidores. O próprio Sai Baba vive num exuberante palácio, com mais de 700 servidores. |
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Sai Baba, degenerado mental. Realmente lhe sai a baba pensando que é um deus, maior dos deuses, convencido facilmente pelo truste explorador da ingenuidade popular. |
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BABALAÔ |
Chefe num centro de Espiritismo* de ritos afro-brasileiros |
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BABINSKI, Joseph François Felix (1857-1932) |
Médico francês de origem polonesa. Foi chefe da clínica Charcot* em Salpêtrière. Modificou por completo as concepções sobre a etiologia do Hipnotismo*, em contradição com seu mestre e mais de acordo com a chamada Escola de Nancy*. Deu um grande impulso à propedêutica neurológica e os seus principais trabalhos estão relacionados com os reflexos, a fisiologia do cérebro e a vertigem cerebelosa. Temas que interessam para a compreensão da HIP* e do Transe*. |
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BAHAISMO |
Doutrina que se separou do Islão em 1884. Os Bahaistas crêem na unidade de Deus* e em Seus Profetas*; que a Revelação* divina é contínua (?), que toda a humanidade se deveria unir e que esta união será alcançada unicamente graças a um novo (?) Messias* ou porta-voz escolhido. BAIN, Lei de. Define o reflexo dos atos psicológicos ou mentais no organismo e diz: 'Todo ato psíquico (no sentido de mental e humano), de qualquer espécie que seja, pressupõe, determina e é acompanhado por um reflexo fisiológico e esse reflexo irradia-se por todo o corpo e cada uma das suas partes'. Diríamos que é verdade o depreciativo ditado popular: 'Parece que pensa com os pés'.
De fato: até com os pés, até com os cabelos... Ver Movimentos I. I. I.* É um dos fundamentos da HIP*. BAILEY, Charles. Médium* de Austrália, famoso por seus pretendidos Aportes* de ninhos de passarinhos, passarinhos, uvas..., e inclusive algumas pedras arqueológicas... Suas façanhas começaram em 1889, sob o amparo de um milionário de Melbourne. Já bem treinado superou as mais severas condições de observação. Foi chamado a Itália onde teve importante participação nas sessões de Experiências Qualitativas* efetuadas em 1904 na 'Sociedade de Estudos Psíquicos' (Parapsicológicos*) de Milão. E depois em 1910 em Grenoble. E em 1911 na S.P.R*. de Londres. E de 1912 a 1914 de novo em Milão e em Roma. E novamente em Melbourne e em... E por fim em 1931 sob a direção 'Caçador de Bruxas*' Harry Price*.
Assim acabaram as discussões. Bailey era um habilíssimo Ilusionista* bem treinado. H. Price* inclusive descobriu onde havia comprado os passarinhos, as pedras arqueológicas..., e foi reconhecido pelos vendedores. Apesar de sempre afirmar que seu Guia* era um Espírito* de um hindu, demonstrou-se que nem falava nem entendia o Hindustani. Etc., etc. Demonstraram-se as Fraudes*, e também demonstrou-se mais uma vez que nenhum Psíquico*, nem os pretendidos Espíritos*, Demônios*... têm domínio sobre as Faculdades e Fenômenos Parapsicológicos*. Só espontaneamente alguma vez realmente podem manifestar-se os Fenômenos Parapsicológicos* humanos (aos divinos, SN, não se podem pôr regras..., e plenamente absurdo exigir que se sometam ao laboratório e com o Baralho* Zener, como quer a Microparapsicologia*...). |
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BAKER, Mary (1821-1910) |
Viria a ser a 'sacerdotisa' de uma grande seita das chamadas evangélicas, e assim chegou a ser uma das mulheres mais poderosas de Norte América. Nasceu numa pobre herdade do New Hampshire. Foi desde a infância sempre doente e sujeita a violentas convulsões. Casou com o coronel Glower, ficando viúva após um ano e na maior miséria. Voltou a casar com um médico Homeopata* e dentista ambulante, de quem se divorcia passados dois anos. Refugia-se em casa de uma irmã e começa a dedicar-se ao Espiritismo*, o que a indispõe com a família.
Tem um acidente, e sem que se encontre motivo real ela afirma sofrer graves seqüelas: uma rigidez nos músculos da perna e, por fim, uma paraplegia completa. São tentados todos os tratamentos, alopáticos e Homeopáticos*, mas logicamente, sem resultados, dado que não ha causa fisiológica real. Permanece anos na cama, como se fosse realmente paralítica, inválida e psicologicamente desesperada. Conheceu então Phinéas Pakhurst Quimbey*, antigo praticante do Magnetismo* Animal, que se tornaria Curandeiro* 'Metafísico' (confundiu Metafísico* com Metapsíquico*, antigo nome de Parapsicológico*). Com algumas sessões a pretensa doença da medula espinal é 'curada'. Isto é, a histérica* Mary Baker deixa de sentir a dor e de manifestar as disfunções. Entusiasmada com este resultado estuda a obra 'filosófica' (?) do Curandeiro*, que consistiria numas dezenas de manuscritos (nunca publicados!), e onde se trataria de religião, de interpretação da Bíblia*, do Espiritismo*, da Adivinhação*, das doenças e de muitas outras coisas mais...
Quimbey morre. A Sra. Glower matuta então ensinar uma doutrina análoga à de Quimbey, e depressa prepara vários alunos, entre os quais se distingue Daniel Spotford, que a ajuda a preparar e publicar 'Science and Health', que logicamente não alcança êxito. Sempre caprichosa e autoritária, aborrece-se por motivos fúteis com a maioria de seus alunos. Casa-se com um deles, o jovem Gilbert Eddy, que morre após cinco anos; é sob este sobrenome, Sra. Eddy, que passa a ser conhecida. Transfere sua escola para Boston, onde funda 'The Journal of Christian Science'. A escola de Boston é oficializada e seu êxito é considerável. Os doentes são tratados tanto à distância como no local e as 'curas (?) milagrosas' (?) sucedem-se. Consequentemente o dinheiro aflui aos cofres da Sra. Eddy. A Sra. Eddy vence todas as dificuldades, transpõe todos os obstáculos, intensifica a sua propaganda, funda igrejas de sua Seita* de Curandeirismo* em todas as cidades com habilíssima técnica de Lavagem* Cerebral, e torna-se extremamente poderosa. Ver Ciência* Cristã. |
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Baquete de Mesmer. Multidões, por absurda Sugestão*, acreditavam-se curadas ao tocar nas varetas que estariam carregadas com Magnetismo* Animal pelo famoso Curandeiro* |
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BALANÇA de Crookes |
Dispositivo de medição idealizado por William Crookes* para valorizar o efeito da Telergia*. Ver Fluidômetro*. BALFOUR, Stewart ( 1827-1887). Do 'Instituto de Ciências' de Inglaterra e autor de beneméritos trabalhos sobre conservação da energia. Deixando de lado a Física, dedicou muito do seu tempo à Parapsicologia* e foi o segundo presidente da SPR*, de 1885 a 1887, sucedendo a H. Sidgwick. |
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Balança de Crookes*. Apoiando no ponto A todo o corpo, quase nada de pressão registra o aparelho medidor no ponto B. E para evitar-se qualquer influxo por um ligeiro deslizamento dos dedos, o Psíquico* deve colocar a mão no recipiente de água quando pretende a Telecinesia' de pressionar no ponto B por Telergia' |
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BALDIO, Charles |
Psicólogo. Foi diretor do 'Instituto Internacional de Parapsicologia' de Genebra e a partir das experiências de Ampère e Chevreul, descobriu um modo de ampliar os movimentos reflexos das idéias, a fim de torná-los perceptíveis. Ver Lei de Bain* e também Movimentos I.I.I.*. |
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BALFOUR, Arthur J. |
1º Conde de (1848-1930). Lorde e Primeiro Ministro inglês, foi presidente da SPR* em 1893-94. Escreveu 'O Ouvido de Dionísio' analisando um dos mais destacados casos de Correspondência* Cruzada. Seu irmão, Gerald W., 2º Conde de Balfour (1853-1945), Membro do Parlamento, foi também presidente da SPR* em 1906-7 |
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BALLARD, Guy (1878-1939) |
Norte-americano. Engenheiro de minas. Foi Médium* durante 30 anos. Em 1930 teve Visões* que ele atribuiu a Comunicações* do Espírito* do Conde Saint-Germain*, como refere sob o pseudônimo de Geodfr Ray King, no seu livro 'The Master Revealed', Chicago, 1934. E a partir daí fundou em Los Angeles o movimento 'I am' (= 'Eu Sou'), com a colaboração do seu filho e de sua esposa Edna Wheeler, seguidora do Ocultismo*. Ficaram riquíssimos. O movimento chegou a ter perto de um milhão de seguidores em 1938, depois decaindo com a morte de Ballard e por um processo de defraudação promovido contra sua viuva e filho. Publicaram às revistas 'Voice of I Am' e 'I Am Ascended Master Youth'. |
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BANG, Irmãs |
Lizzie e May, de Chicago. Médiuns* especializadas em escrita, desenho e pintura a tinta por Pneumografia*, e também por Criptografia* em envelopes selados. Inclusive com hora marcada em demonstrações publicas de grande assistência... E, claro está, não tardou em demonstrar-se a Fraude*. Foram investigadas em 1909 pelo grande Parapsicólogo* Hereward Carrington*, que descobriu as habilidosas Fraudes*.
Mas, inegavelmente, alguns casos foram autenticamente Parapsicológicos*, embora também e evidentemente nada tinham a ver com a pretendida Comunicação* de Espíritos* (?) de mortos. Entre tantas contraprovas o mesmo H. Carrington* dirigiu uma carta em envelope selado à sua 'queridíssima mãe, Jane Thompson' (que não existiu), e recebeu resposta dirigida a 'meu muito querido filho Harold', assinada por sua 'devotada mãe, Jane Thompson' (!) BAQUET de Mesmer. A tina ou Baquet de Mesmer* constituía um engenhoso processo para multiplicar os efeitos terapêuticos (?) da sua irradiação de Magnetismo* Animal (?).
Numa espécie de banheira cheia de água, Mesmer* mergulhava algumas garrafas, uma por cada doente, e encostava uma pequena barra metálica a cada uma delas. Os doentes, reunidos a volta dessa Baquet, davam as mãos, agarrando ao mesmo tempo as barras metálicase também as mãos de Mesmer*, que estava entre eles. Deste modo o 'magnetizador' (?) podia 'transmitir' a todos os seus benéficos eflúvios (?). |
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BARADUC, Hippolyte (1850-1909) |
Médico francês. Como médico alcançou merecido renome no campo do Hipnotismo* e publicou vários livros ao respeito. Como Parapsicólogo* cometeu gravíssimos erros. Muito apaixonado, deixou-se levar inclusive por vulgares preconceitos anti-religiosos, por exemplo em 'La Force Curative a Lourdes', Paris, 1907. Fez Experiências Qualitativas* de Escotografia*, até com ele mesmo como Psíquico*: 'La Force Vitale, Notre Corps Vital, Sa Formule Biometrique', demonstrando-se depois que eram 'Auras' absolutamente comuns, e inclusive falhas na técnica fotográfica. Pretendia também haver demonstrado que algo de nebuloso e vaporoso, muito especial, abandona o corpo humanoapós a morte, o que inclui vários erros graves de interpretação, em tanto quanto diferente de várias energias e emanações do corpo absolutamente normais, como calor, cheiro, etc. |
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BARALHAMENTO PSÍQUICO |
Técnica segundo a Escola* Norte-Americana em Experiências Quantitativas* de PG* que eles denominam ESP*: O Percipiente* baralha as Cartas* ESP, mantendo a face destas para baixo, esforçando-se por obter que a ordem dos símbolos no fim do baralhamento iguale a ordem de um outro baralho ou uma coluna escrita, com os vinte e cinco símbolos, que não foram vistos. Portanto só podem ser conhecidos pela ESP* (Dr. Rhine*). |
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BARALHO ZENER |
Chama-se assim o baralho o inventado pelo Dr. Zener* para Experiências Quantitativas* de ESP*. Consta de cinco símbolos: cruz, quadrado, estrela, círculo e três alíneas onduladas. Cada símbolo está repetido cinco vezes, formando um baralho de 25 Cartas* ESP, como também é chamado. Na Micro-Parapsicologia* diz-se Baralho Aberto um conjunto de 25 Cartas* ESP reunidas a esmo, sendo, portanto, de número não fixo de cada símbolo. Em contra partida chamam Baralho Fechado o composto pelas 25 sendo cinco de cada um dos cinco símbolos. |
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Baralho Zener |
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BARBANELL, Maurice |
Barbanell (ou Silver Birch, ou...!) foi editor da revista 'Dois Mundos' e autor de vários livros de Espiritismo*, sendo o último publicado em 1959. Membro destacado da 'União de Médiuns Espiritualistas' de Londres. Grande orador e escritor na divulgação do Espiritismo* (tão supersticioso e errado). Tem pronunciado numerosas conferências sobre Espiritismo* por toda a Inglaterra, Estados Unidos, Canadá e Europa.
Apriorística e fanaticamente deu-se o nome de Vidoeiro de Prata ou Silver Birch ao suposto espírito Controle* durante os estados de Transe* de Barbanell. E o mesmo pseudônimo ao suposto Guia* do Círculo* de Hanna Swaffet Barbanell. Foram publicados muitos livros com as suas Comunicações* (?), que tiveram grande influência no Espiritismo* moderno. |
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BARIFONIA |
Engrossamento da voz, uma forma de disfasia patológica. Em Parapsicologia*, quando acompanhada de Transe* ou Fenômenos Parapsicológicos*, não só patológicos, então é preferível o termo Ecolalia*, que logo a Superstição* atribui a Possessão*, Incorporação*, etc |
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BARILALIA |
Fala indistinta, inarticulada. Pode surgir em certos tipos de Transe*. E especialmente se acompanhada de Fenômenos Parapsicológicos*, pode ocasionar interpretações supersticiosas de Possessão*, e confundir-se com o mais vulgar 'Dom de Línguas'. Ver Glossolalia, termo preferível |
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BARKEL, Kathellen |
Médium* inglesa. Desde a infância manifestou alguns Fenômenos Parafísicos*. Submeteu-se a Experiências Qualitativas* diante dos membros do 'Colégio Britânico de CiênciasPsíquicas', de Londres, produzindo fenômenos de Pneumografia* e Aporte* inclusive de belas jóias (geralmente por truque).
Dizia que seu Controle* durante o Transe* era o espírito de 'Corvo Branco', chefe dos índios sioux de há mais de oitocentos anos (!?). Pertencia à 'Associação Espiritista Marylebone', hoje 'Associação Espírita de Inglaterra', onde mais do que nada, no seu Curandeirismo*, explorava suas faculdades espontâneas como se fossem controláveis. |
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BARKER, Elsa |
Espírita inglesa, autora por Psicografia* de uma série de pretendidas Comunicações* dos Espíritos* dos mortos. Tiveram muita difusão e foram traduzidas a várias línguas. Significativo da sua superstição o título de um dos seus livros: 'Lettere di un morto tuttora vivente', Torino, 1928. Dizia que eram do Espírito* de David P. Hutch, que fora magistrado em Los Angeles... |
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BARONTE |
Seria um Espírito* ainda em estado evolutivo (?) inferior. |
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BARRET, William Fletcher (1844-1925) |
Nasceu na Jamaica, e estudou na Inglaterra. Notável físico, foi catedrático de Física Experimental (1873-1910), no 'Royal College of Sciences' de Dublin. Os seus estudos e trabalho no campo da Física Experimental revestem-se de grande importância, inclusive no desenvolvimento do telefone. Havendo tomado conhecimento de Fenômenos Parapsicológicos* divulgados pelos espíritas, compreendeu a importância da Parapsicologia* para esclarecer tantos mistérios e refutar tanta Superstição*.
Abandonando uma carreira muito compensadora participou destacadamente na fundação em 1882 da SPR*, da que foi presidente no ano 1904, e dedicou-se à investigação principalmente de PG* e de Poltergeist*. Publicou junto com Theodore Besterman*: 'The Diving Rod', Londres, 1926, livro muito importante dedicado à varinha na Rabdomancia*, ou ao pêndulo na Radiestesia onde, apoiando-se em fatos irrefutáveis, garantem a tese de que a vareta e o pêndulo por si mesmos nada captam, tudo dependendo do próprio 'rabdomante' ou 'radiestesista': adivinhação*, ilusão* ou fraude*. Pondo a varinha ou o pêndulo sobre um tripé, não se mexem |
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Sir William Barret |
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BASIC TECHNIQUE (BT) |
Ver Testes* de ESP |
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BATEMAN, F |
Ver Soal*, Samuel George. |
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BAVENT, Madeleine |
Ver Louviers*, Possessas de. |
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BEALE, Dr |
O 'Espírito* (?) médico' que seria o Controle* de Mis Rose*. |
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BEARD, Thomas |
Amigo íntimo do ditador inglês Cromwel, que regeu uma cadeira de Feitiçaria*, criada então na Universidade de Huntingdon (!?). |
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BECHTEREV, Vladimir (1857-1927) |
Neurologista russo, que foi professor da sua especialidade na Universidade de São Petersburgo. Usou a Hipnose* como técnica terapêutica. Estudou com muito interesse os Fenômenos Parapsicológicos* que podiam manifestar-se durante a Hipnose*. |
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BEDBROOK, David |
Homem de negócios britânico. Um consumado lingüista. No seu fanatismo apresentava-se como Médium* de Adivinhação (como se fosse controlável...!) e dedicou-se a divulgar o Espiritismo*, inclusive como escritor. Foi membro da 'Societé des Philadelphes' de Paris, e presidente de muitas sociedades de Espiritismo*, tanto nacionais como estrangeiras. E inclusive foi membro honorário da SPR* de Londres, o que se explica pelas contribuições econômicas..., que a SPR aproveitou em pesquisas. |
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BELOMANCIA |
Uma Mancia*, entre tantas, freqüentemente usada na antigüidade, especialmente antes de uma expedição guerreira (do latim bellum = guerra). Consistia na interpretação dos movimento das flechas disparadas |
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BELZEBÚ |
Na religião de Zaratustra* ou Zoroastro*, entre os séculos 10 e 5 a.C., adoravam Baal Zebul = Baal o Principe. Zoroastro insiste muito em que a sujeira seja enterrada, para que não venham doenças causadas pelo deus mosca e outros devas perniciosos. Assim, com só modificar a letra final, Baal Zebul foi identificado com Baal Zebub, o deus das moscas, da sujeira. E os judeus, posteriormente, o converteram em 'Príncipe dos demônios', como passou aos evangelhos: Mt 12,24 e Lc 11,15.
Há mais um jogo de palavras: o aramaico Be-el = Senhor, e o hebraico Zebul = casa. Beelzebu se converteu no senhor da casa É assim que se entende a resposta de Jesus aos fariseus quando o acusavam de expulsar os demônios* pelo poder de Beelzebu (Lc11,14-26; Mt 12, 22-29) Com esse jogo de palavras Jesus também critica os curandeiros. Jesus cura mesmo. Mas 'os vossos filhos'? Beelzebu, expulso da casa, 'perambula pelos lugares áridos', aonde se jogava a sujeira.
E, diríamos, fica com saudades: 'voltarei para minha casa, de onde saí'. Mas a encontra limpa! 'Diante disso, vai e toma outros sete espíritos piores do que ele, os quais vão habitar ai. E com isso a condição final desse homem torna-se pior do que antes' (O curandeiro* sempre é perigoso, e quando 'cura' criminoso, como veremos). |
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Belzebú, o demônio* mosca, o deus da sujeira |
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BENDER, Hans (1907-1991) |
Tendo-se doutorado em Medicina e Psicologia, consagrou mais de quarenta anos de sua vida a investigações de Parapsicologia*. Dirigiu o 'Instituto para as Zonas Limítrofes da Psicologia' (= Parapsicologia*) e principalmente para as zonas da Psicohigiene*. O Instituto foi integrado na Universidade de Freiburg in Breisgau, Alemanha. em 1954, passando Bender a catedrático de Parapsicologia*. |
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Prof. Dr. Hans Bender controlando experiências de Adivinhação* no seu Instituto de Parapsicologia na Universidade de Freiburg |
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BENSON, Edward White |
Ver 'Cambridge Ghost Society'. |
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BENTO XIV (1675-1758) |
Próspero Lambertini, natural de Bolonha. Foi papa de 1740 até 1758. O mais sábio dos papas e também o maior Parapsicólogo* de todos os tempos. Pode pensar-se que houve um Fenômeno SN* de ciência infusa, pois nunca errou na interpretação e demonstrou saber tudo o que só dois séculos depois a Parapsicologia* descobriria, e já se pronunciou sobre tudo o que a Parapsicologia* pretende estudar e do que ainda não chegou a uma conclusão. Não só explica insuperavelmente em que consiste cada tipo de Fenômeno Parapsicológico*, os que são reais e os que são Mitos*, senão que também, e novamente de modo insuperável, estabelece onde termina em cada Fenômeno* o natural e onde começa o SN* |
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Papa Bento XIV (Próspero Lambertini) |
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BÉRAUD, Marthe |
Ver EVA* C. |
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BERGIER, Jacques |
Físico, especializou-se em Física Atômica e em 'problemas estranhos da Física'. Em 1967 foi nomeado diretor do Instituto Francês de Documentação Científica e Técnica. Integra o comitê de redação da revista 'Planète', onde geralmente há muito sensacionalismo misturado com a divulgação científica. Entre freqüentes temas relacionados com a Parapsicologia*, Bergier publicou em 'Planete', com colaboração de Louis Pauwels*: 'Le Matin des Magiciens' ('O Despertar dos Mágicos'), 1960 - Com a colaboração de Iere Duval: 'Nos Pouvoirs Inconnus', 1970 - e 'A la Escucha de los Planetas' (em tradução espanhola, Barcelona, 1969). |
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BERGSON, Henri (1859-1941) |
Notável filósofo francês. Começou como Professor de Grego e depois de Filosofia no 'Collège' de Paris. Chegou a ser um dos mais proeminentes pensadores do seu tempo, destacando-se sua atração pelo Catolicismo e sua luta contra o Racionalismo*, lamentavelmente estabelecido nas universidades sem prévio estudo específico. Escudrinhou a maior parte dos filósofos, desde Platão. Acreditava que a verdadeira natureza das coisas podia-se apreender através da Intuição*.
Precisamente como filósofo interessou-se muito pela Parapsicologia*. Participou de Experiências Qualitativas* sobre os fenômenos de Eusápia Palladino*. Foi presidente da S.P.R.* em 1913. E por razão da Pcg* e RC* refletiu de modo especial sobre a relação do tempo com a personalidade, em ordem a substituir o durável pêlos valores não temporais |
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BERNSTEIN, More |
Homem de negócios americano que se meteu, indevidamente, a fazer hipnose. Pela chamada técnica da regressão pretendia ter produzido provas (?!) de uma anterior Reencarnação* (?) de uma dona de casa que teria vivido como Bridey Murphy na Irlanda um século antes. Fizeram-se gravações das afirmações expressas durante as sessões. Descreve o caso sob o título 'The Search of Bridey Murphy', Nova Iorque, 1956.
O livro, enaltecido fanaticamente por certos adeptos do Espiritismo*, alcançou enorme difusão. Na realidade foi refutado diversas vezes e amplamente, inclusive pelos jornalistas do 'Life', que demonstraram que não eram válidas as afirmações com referencia a um século antes, mas que correspondiam a lembranças da infância daquela senhora e a acontecimentos atuais projetados para o passado |
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'A Seara de Bridey Murphy... O mais estranho acontecimento na historia do Hipnotismo' |
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BERTRAND, Alexandre (1795-1895) |
Médico francês. Exerceu a profissão em Paris e foi um dos primeiros a estudar os prodígios, e fenômenos parapsicológicos, erradamente atribuídos ao Magnetismo* Animal. |
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BESANT, Annie (1847-1933) |
Havia estado casada com o pastor evangélico Frank Besant, com o que teve dois filhos. Mas depois abandonou sua religião, divorciou-se e se fez 'Livre* Pensadora', durante muitos anos escrevendo e dando conferencias nas que se mostrava profundamente ateia. Em 1889 aderiu ao Teosofismo* após longa amizade com Blavaski* de quem foi sucessora na direção da seita. Dez anos mais tarde, em Benarés, India, fundou o 'Hindu Central Colleg', uma universidade que pretendia reunir a antiga religião da India com a Teosofia*.
Querendo juntar a Teosofia* também com o Judaismo* e o Cristianismo*, proclamou Krishnamurti* como o verdadeiro Messias* esperado. Magnífica oradora e organizadora, foi de 1907 até sua morte a sucessora de H. P. Blavatski* na presidência da Sociedade de Teosofia*. Suas conferencias devem contar-se por milhares. Foi a sistematizadora da doutrina da Sociedade Teosófica*. Escreveu uma imensa amalgama de idéias contraditórias e absurdas em não menos de 400 livros, a maior parte publicados em Londres pela 'The Theosophical Publishing House' . |
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Annie Besant |
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BESSINET, Ada M |
Ou Sra. William Wallace Roche pelo marido. Médium* norte-americana profissional (a dez dólares a entrada) de Fenômenos Parafísicos*. Haveria batido um record: numa só sessão seria capaz de produzir até quarenta Fantasmas*. Para o então já fanatizado espírita Conan Doyle*, em 1922, uma Fantasmogênese* realizada por Bessinet constituiu 'a mais maravilhosa experiência de toda minha vida'. Mas três dias depois, o Ilusionista* Fulano Ousler, que assistia a uma sessão, pegou in fraganti a Fraude* no mesmo pretendido Fantasma* que maravilhara a Conan Doyle*, e mostrou as máscaras com que se fazia a Fraude* nas outras paparicadas Fantasmogêneses*.
O fato é que já antes, em 1911, submetida a Experiências Qualitativas* pelo Professor Hyslop*, da ASPR*, após setenta sessões o professor concluíra que a Médium* fazia tudo por Fraude*, mas que atuava em Estado Alterado* de Consciência e que, portanto, não era moralmente responsável. J. B. Hewat Mckenzie*, porém, com seus colaboradores do 'Colégio Britânico de Ciências Psíquicas' (=Parapsicológicas) submeteu-a também a Experiênias Qualitativas* durante seis meses, em 1921, e acabaram demonstrando que esporadicamente alguns eram autenticamente Fenômenos Parapsicológicos* |
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BESTERMAN, Theodore. |
Não se pode ocultar que quando muito jovem foi Teósofo* e entusiasta divulgador das obras de Annie Besant*. Mas com o estudo posterior foi abandonando essas superstições e encaminhando-se pela Parapsicologia*. Chegou a ser membro da SPR* e professor na Universidade de Londres. É autor de muitas obras. Em destaque, com a colaboração de W. Barret*: 'The Divining-Rod, an Experimental and Psychological Investigation', 1926, quando contava, já e só, com 22 anos de idade (nasceu em 1904). Com esse livro refutaram apoditicamente as falsas explicações que, até no próprio nome, costumam dar os rabdomantes e radiestesistas. |
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Helena Petrovna Blavatski*, quando já substituída na direção da Teosofia*. |
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BETA |
Letra grega com a qual se denominam, na eletroencefalografia, as ondas que correspondem à atividade sensorial e mental que aparece de forma predominante durante o funcionamento dos órgãos sensoriais e também quando se atua ou se pensa. Interessa em Parapsicologia* especialmente para demonstrar que quantos se acredita que estão em estado de Mediunidade*, Possessão*, Incorporação*, etc. não o estão realmente, dado que foram superados com grandíssima vantagem nos testes eletroencefalográficos por casos de Divisão* da Personalidade, Hipnose*, surtos psicóticos etc. claramente naturais. |
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BHAGAVAD GITA |
Parte do poema épico hindu Mahabharata, mas posterior ao original. Escrito sagrado que no hinduismo* se atribui supersticiosamente a Vishnu, 'o Conservador', deus (?) benéfico encarnado como Krishna 'o Auriga'. É um compêndio do ensino dos Upanisshads |
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BIANCHI, P. Benigno |
Professor de Psiquiatria em Nápoles. Diretor do Asilo de Alienados, de Salerno. Foi Ministro da Educação. Com o Professor Falconeri fez Experiências Qualitativas* a respeito das adivinhações* de Nilda Bonardi, a quem fez perguntas sobre acontecimentos da vida privada dele, impossíveis de serem conhecidos normalmente por Nilda. (Mas conhecidos por ele. Em Nilda simples HIP*).Com tais detalhes descritos por ela, o Dr. Bianchi reconheceu que o seu ceticismo contra a Parapsicologia* era anti-científico, e passou a estudá-la como muito importante, com preferência a outras atividades. Participou também de Experiências Qualitativas* em 1891 dos Fenômenos Parafísicos* de Eusápia Palladino. |
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BÍBLIA |
Conjunto dos livros sagrados judaico-cristãos. É o livro ou conjunto de livros mais traduzido e mais difundido e respeitado no mundo todo, mesmo por religiões e seitas que não o aceitam como livro sagrado. Divide-se em Velho Testamento ou Antigo Testamento ou com o adjetivo Veterotestamentário, escrito originariamente em hebraico ou aramaico, e Novo Testamento, ou Neotestamentario, não aceito pelos judeus, escrito originariamente em grego. São chamados livros Canônicos.
Ao redor do tempo de Cristo* os judeus da Palestina rejeitaram também os livros e partes de livros do Antigo Testamento dos que não se conservava o original hebraico ou aramaico, só a tradução grega. Posteriormente foram rejeitados também pelos protestantes. São chamados Deutero-canônicos. Eram aceitos pelos judeus de fora de Palestina e mesmo alguns grupos de judeus de Palestina E eram também aceitos e foram citados por Jesus e os apóstolos assim, diríamos, 'canonizando-os', mostrando que devem ser incluídos entre os livros canônicos, como faz o Catolicismo. Na Bíblia afirma-se que é a Revelação* divina.
Aceitar racionalmente esta declaração, assim como dirimir as discussões sobre quais são os livros que se devem aceitar como Revelados e como interpretar diversas afirmações conflituosas, não depende da... soberba humana, senão da 'assinatura' de Deus*, os Fenômenos SN*, que como fatos 'misteriosos' corresponde à Parapsicologia* estudá-los. A Bíblia, todo o conjunto e cada um dos seus itens, tal como aceita e entendida pelos católicos, e só assim, está 'assinada' numerosíssimas vezes. Bastaria a comprovação científica dessa exclusividade dos Fenômenos SN como assinatura divina, para exaltar ao máximo a importância da Parapsicologia*. |
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BÍBLIA KOSMON |
Ver Newbrough*, J. B. |
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BIBLIOMANCIA |
Em sentido estrito designa uma peculiar Ordália* nos processos de Bruxas* e Feiticeiras*. Com a intenção de provar a culpabilidade ou inocência, colocava-se a acusada no prato de uma grande balança e no outro um volume da Bíblia*. Se o peso da acusada(o) se mostrava maior que o do livro, provava-se (?) a sua culpabilidade, isto é, Deus* não a salvara (!?). O termo designa também e preferentemente uma Mancia* que consiste em interpretar ou formar frases com as palavras que casualmente se isolam do texto, da Bíblia ou de outro livro considerado sagrado, ou de qualquer livro...
Mediante diversos processos: abrir o livro ao acaso, atravessar as folhas com uma agulha de ouro e verificar depois quais as palavras marcadas pela agulha, etc., etc. BICHEIRA, Cura da. A cura da bicheira (= mitase) do gado é um fato testemunhado por inúmeras pessoas e confirmado por observações científicas. Resume Rhine* no seu 'New Worl of the Mind' ao tratar de supostos fenômenos PK* (?): 'Há ainda um caso, talvez o mais estranho desta série estranha.
Entre todos esses efeitos orgânicos de ordem médica... não há nenhum que pareça mais interessante do ponto de vista científico, e mais fecundo, do que a velha arte, simples e sem elegância, de expulsar as verrugas e outras excrescências da pele dos animais'. (Mais um disparate do líder da 'Micro-Parapsicologia'* norteamericana). A SPR* de Londres e muitos Parapsicólogos* estudaram essa suposta PK* (?) na cura de animais. Nada disso. Além do mais, nesta pesquisa, em si louvável, a Micro-Parpasicologia* sai do que proclama campo científico: laboratório e estatística.
Este é um caso típico, de um efeito físico de origem psíquica, a Telecinesia* por Telergia*, não por PK*!, Para o espírito aberto, tais casos devem servir para formular uma pergunta, importante sem dúvida, embora nem sempre fácil de responder. Porque é claro que sempre se pode recorrer a explicações bem comuns: experiência dos tratadores dado que a mitase tem seu tempo determinado para amadurecer e cair; inclusive a confiança dos animais domésticos nos seus donos e conseqüente exaltação da sua autodefesa, etc. |
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BICORPOREIDADE |
Ver Bilocação*, termo preferível |
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BIEN-BOA |
Nome atribuído ao Fantasma* produzido por Marthe Béraud* ou Eva* C., que fazia parte dos Médiuns* que, em Argel, rodeavam o, por isso, célebre general Noel, muito interessado por estes acontecimentos. Bien-Boa, com bigode e barba, às vezes com capacete, envolto em véus brancos passeava-se entre a assistência. A sessão terminava pela Desmaterialização* do Ectoplasma*, que se dissolvia no soalho e Bien-Boa voltaria (?) ao 'mundo dos Espíritos* (?).
Foi estudado pelo célebre Professor e prêmio Nobel Charles Richet* que, após um minucioso inquérito pela sala e uma paciente observação de Marthe Béraud, não reconheceu a Fraude* e concluiu tratar-se de um Fenômeno Parapsicológico* verdadeiro de Fantasmogênese*. Mas, ao que se soube depois, ela tinha um cúmplice... Esta aventura grotesca terminou por provocar um escândalo e prejudicou consideravelmente o prestigio de Charles Richet*. Não se pode ser bom experimentador em Parapsicologia sem profundo conhecimento de Ilusionismo*. |
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Bien-Boa sendo admirado por assistentes à sessão. E mais dois aspectos. No requadro... o cúmplice. |
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BILOCAÇÃO |
Presença simultânea de uma pessoa em dois lugares diferentes ao mesmo tempo. É chamada Bilocação Subjetiva quando o Duplo* (?) simplesmente é visto por algum Percipiente* num lugar diferente daquele que o corpo do Paciente* ocupa. É chamada Bilocação Objetiva se o Duplo* manifesta a sua realidade material. Psiquiatras, sem conhecimento de Parapsicologia, vão ao ponto de qualificar a Bilocação como 'delírio esquizofrênico'. Mas a realidade é que esses autores ignoram do que se trata.
O Fenômeno* é real e muitas vezes comprovado cientificamente em Experiências Qualitativas* e principalmente em Casos* Espontâneos presenciados até por milhares de testemunhas, muitíssimas absolutamente fidedignas. Pode realmente uma pessoa projetar-se a menos de cinqüenta metros: Fantasmogênese* por Ectoplasma* representando-se a si mesma e com Exteriorização* da Sensibilidade. Bilocação a maior distância? Estes fatos geralmente devem ser interpretados de outra maneira: Projeção* de PG. A Hagiografia*, porém, refere numerosíssimos casos de bilocação a grandes distâncias. Trata-se claramente de Bilocação SN* ou Ubiqüidade*. |
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BIOCINESE |
Termo proposto por C. Jaules para designar os primeiros minutos após a Morte* Clínica, diagnosticável pelos médicos pelo EEG plano, parada cardíaca, olhos vítreos, etc., mas ainda reversível. Geralmente após 3 ou 4 minutos o cérebro apaga. Em algum caso extremo e condições muito especiais o cérebro demora até ½ hora em apagar. É um estado de vida estática, a Biostase*, diferente do intervalo posterior. Ver NDE*. |
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BIOCOMUNICAÇÃO |
Esperança sem fundamento nenhum que procura a explicação de PG* por um elemento físico de informação 'ainda desconhecido' (?), ou num meio de detecção 'escondido no organismo' (?). Esta esperança, já rejeitada, prevaleceu durante algum tempo em alguns países do Leste Europeu, e ainda às vezes se ouve em pessoas oprimidas por preconceitos Materialistas* e não bem ao par das pesquisas em Parapsicologia*, realizadas inclusive pelos mais destacados físicos, sobre a natureza de PG* |
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BIOELETRICIDADE |
Teoria defendida por alguns investigadores de Parapsicologia* em relação às diferenças e algumas analogias entre a Telergia* e o magnetismo ou eletricidade da Física comum. A Telergia* seria assim uma espécie de eletricidade que não se submeteria, entretanto, às leis físicas que governam a eletricidade comum; pelo contrário, apresentaria as características peculiares de vida. Os efeitos dessa 'eletricidade especial' dependem da vontade Inconsciente* do Psíquico*. Seria, portanto, não simples eletricidade mas bio-eletricidade. A Telergia*, ou Energia Biótica* como é chamada nesta teoria, produziria os seus efeitos de um modo análogo à eletricidade estática, como se o corpo do Psíquico* se carregasse de uma espécie de alta tensão: Em torno do corpo do Psíquico* formar-se-ia um campo eletromagnético especial. Há algo de verdade e outro tanto de... metáfora |
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Todos os objetos tem o chamado 'efeito coroa', que se modifica por milhares de fatores. Aqui do dedo índice de uma pessoa irritada. |
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BIOENERGIA |
Tipo de força que, além do homem, também outros seres animados possuiriam (?). Coincide também com a energia suposta na teoria da Psicotrônica*. E em grande parte coincide com a teoria de Bioeletricidade*, e portanto poderia ter analogias com a Telergia* |
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BIOFEEDBACK |
Certo domínio sobre processos internos tais como aceleração do coração, ondas cerebrais, ou as reações galvanizantes da pele, através de condicionamento. Interessa à Parapsicologia* especialmente no estudo dos prodígios na área de Faquirismo* e das imitações realizadas pelos Ilusionistas*, como também no estudo de certos tipos de Transe*. |
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BIOINFORMAÇÃO |
Ver Grupo Popov* de Bioinformação*. |
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BIOMAGNETISMO |
Ver Magnetismo* Animal ou Mesmerismo*, termos preferíveis porque mais usados. Pode apresentar analogias com o conceito de Telergia*. |
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BIÔMETRO |
Aparelho que se utiliza com o fim de medir a chamada antigamente, e hoje no Esoterismo*, Bioenergia*. Por exemplo o Biômetro de Baraduc, aparelho construído por Hipólito Baraduc* para medir a Força Néurica* Radiante e outras vibrações do corpo humano até então desconhecidas. Ver Fluidômetro. |
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BIOPLASMA ou CORPO BIOPLASMÁTICO |
Ver Perispírito. |
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BIOPSIQUISMO |
Teoria, hoje já demonstrada falsa, que atribui a certos praticantes de Curandeirismo* uma capacidade de liberação de uma pretensa Bioenergia*, ou então da própria Telergia*, a favor de terceiros, principalmente para conseguirem curas (?). Termo também proposto e aceito só em quanto conceito explicativo igual à Telergia* na realização de seus próprios Fenômenos Parafísicos* |
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BIOSCÓPIO DE COLLONGUS |
Mais um aparelho entre tantos Biómetros*. |
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BIOSTASE |
Após a Biocinese*, vem a Biostase: Entre a Morte* Clínica e a Morte* Real ou total. E essa Morte* Aparente em termo médio dura 21 dias. Durante os 3 ou 4 dias iniciais crescem as unhas e os cabelos; estão vivas as células sexuais masculinas, etc. Durante todo o período posterior até os 21 dias aproximadamente, encontram-se raios mitogênicos de Gurwih em numerosas células cerebrais. Durante todo esse período há ação citoplasmática em milhões de outras células de todo o organismo. Etc.
A natureza não dá pulos: Vai morrendo aos poucos, a não ser que acelerem a chegada da Morte* Real, por exemplo com a cremação. O processo do morrer, pelo contrário, também pode ser retardado. Ou suspenso, inclusive por séculos, por exemplo pelo congelamento do corpo ou de alguma parte dele, e ao ser descongelado continuar vivo.
Ora, se há células vivas, se estão animadas, o que anima o organismo humano está ai: a Alma*... Portanto o homem ainda não morreu plenamente... |
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Efeito coroa numa folha e numa moeda, e inter-relação entre elas |
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BIÓTICA, Energia |
Mais um de tantos nomes, como Bioeletricidade*, Bioenergia*, Força Néurica* Radiante, Antropoflux* etc., que foram usados como sinônimos, em parte ou meramente por analogia, do que hoje entendemos por Telergia*. |
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BIRD, J. Malcolm |
De 1925 a 1931 foi investigador oficial da ASPR*, para pesquisar no local os Casos Espontâneos* e com Experiências Qualitativas*. Pesquisou muitos Psiquicos* bem conhecidos, como John Sloan*, Osborne Leonard*, William Hope*, Evans Powell*, Sra. Deane*, Sra. Volhardt*, Margery* etc., convencendo-se da realidade dos Fenômenos Parapsicológicos*. Escreveu vários livros sobre o tema |
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BISHOP, Miss |
Norte-Americana com quem se passou um muito famoso e importante Fenômeno de ST*: Conhecera na região das Montanhas Rochosas um índio mestiço chamado Jim Mountain*, sobre quem obtivera certo ascendente. Este tinha lhe afirmado que nunca mais a veria em vida, mas que iria despedir-se dela quando morresse. Dez anos mais tarde, estando ela em Interlagos, viu Mountain (?) aos pés da sua cama, que lhe dizia: 'Eu vim, como prometera'. E, acenando com a mão, acrescentou: 'Adeus'. A notícia da morte de Jim Mountain chegou-lhe mais tarde. A data coincidia. A hora, porém... Tendo em conta a diferença de longitude, a 'visita' adiantou-se algumas horas: conhecimento parapsicológico por Bishop, da morte iminente de Mountain: a agonia. Essa história é um clássico da ST*, vista do ângulo da refutação das mal chamadas Aparições* de mortos. |
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BISSON, Juliette (Sra. Alexandre) (1861-1956) |
Sua fama em Parapsicologia* deve-se inteiramente as Expêriencias Qualitativas* sobre a Ecto-colo-plasmia* realizada por Eva* C. Foram experiências que Bisson dirigiu a partir de 1909, por quatro anos, em Munique e em Paris. Inclusive com a colaboração de Schrenck-Notzing* e ainda de Geley* e sobre as que escreveu vários livros importantes. |
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BLAKE, William (1757-1827) |
Nascido em Londres, era filho de um calceteiro, foi aprendiz de gravador. E se fez inventor, pensador, artista, poeta, escritor, chegando a fazer parte da Real Academia de Letras. As suas gravuras e desenhos são poderosamente surpreendentes e ricos de simbolismo. A sua poesia é fresca, profunda e lírica. Foi também visionário. Os seus escritos de Mística* (?) alcançaram muito prestígio, especialmente pelo seu estilo empolgante. Se bem que durante toda a sua vida fosse ignorado e até considerado louco por alguns, já nos fins do século passado influencia personalidades tão diversas como Rossetti, G. Bernard Shaw e Allen Ginsberg. Hoje é sempre citado pelos especialistas no estudo da Intuição* ou Talento* do Inconsciente |
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A grande enganadora H. P. BLAVATSKI |
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BLAVATSKI, Helena Petrovna (1831-1891) |
Nasceu na Rússia. Levou uma vida misteriosa e extraordinariamente aventureira, chegando a ser inclusive soldado do exército de Garibaldi. Foi membro da loja maçônica Hermetic* Brotherhood of Luxor, como também Allan Kardec*. Tipo de Maçonaria* cujo principal objetivo era destruir o Catolicismo. Trabalhou também como Médium* no Espiritismo*. Escreveu muitos livros, sendo os principais 'Doutrina Secreta' e 'Isis sem Véu'. Com ajuda do coronel H. S. Olcott foi a fundadora da Teosofia*. Abriu os seus escritórios principais inicialmente em Adyar, na Índia. Seus pretendidos talentos como Psíquica* (?), dirigente e escritora lhe renderam muitos discípulos, alguns dois quais foram importantes para a Teosofia*, tais como Annie Besant* e Rudolph Steiner. De outro ângulo, ver também Krishnamurti* .
Como Psíquica*, foi desmascarada pela S.P.R*. Principalmente Richard Hodgson e Franz Hartmann* mostraram as Fraudes* de Blavatski. Também sua doutrina foi refutada plenamente a partir de J. E. Mirville* e de Franz Hartmann* |
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Dois grandes pioneiros na Parapsicologia: William Hodgson e William Crookes. |
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BLIND MATCHING |
Ver Testes de ESP*. |
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BM |
Sigla de Blind Matching. |
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BODHI-DHARMA |
Ver Zen Budismo. |
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BODHISATTVA |
Mito* do Budismo* nortenho ou Mahayana. Seriam umas pessoas tão santas que sacrificariam os seus ganhos do Nirvana* (?) com o fim de adquirir nova Reencarnação* (?) como Budas*, em prêmio da sua compaixão pela humanidade |
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BOEHME, Jakob (1575-1624) |
Sapateiro que teve uma instrução muito escassa, e entretanto escreveu vinte e nove livros e folhetos que tiveram grande influência e enorme projeção em algumas das maiores mentalidades do mundo ocidental. A sua existência foi comparativamente breve, mas o seu gênio Místico* (?) e filosófico (muito subjetivo) foi extraordinariamente fecundo. Um notável exemplo da capacidade ou Talento* do Inconsciente em inventar, o que não significa acertar. Trata-se mais de disquisições porque sem fundamento e provas reais.
Afirmava que a estrutura polar da existência era o coração da matéria (?), que a unidade emerge da dualidade e da trindade (?). Numa notável experiência Mística* (?) chegou à Revelação* Divina (?) de que no 'sim' e no 'não' consistem todas as coisas (?). Como conseqüência, o seu grande problema especulativo consistia em demonstrar como o sim e o não, o bem e o mal, as trevas e a luz, procedem do coração vivente (?) da realidade. A sua dedução religiosa (?) explicaria também como é que as dualidades da vida se reconciliavam na unidade espiritual (?). A era romântica, com Hegel, Schopenhauer, Nietzche, Bergson*, Heidegger, George Fox*, Berdiayev, Tillich... indicam uma certa influência de Boehme |
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BOIRAC, Émile (1851-1917) |
Professor de Psicologia. Publicou manuais de Psicologia e Pedagogia. Foi em seguida Inspetor e depois Reitor na Academia de Grenoble e, por fim, da Academia de Dijon. Pouco se importando com as críticas dos que negam sem estudo por mero preconceito e Lavagem* Cerebral, Boirac abandonou sua profissão e foi um dos pioneiros universitários que compreendeu o verdadeiro conceito de ciência, e da Parapsicologia* como ciência, e se entregou às pesquisas dos Fenômenos Parapsicológicos* com grande interesse e constância.
Como era um homem honestíssimo e de muita amabilidade, foi por vezes mistificado, sobretudo por Rickmann, mas isso não é obstáculo ao grande valor de sua obra. É um dos principais fundadores da verdadeira Parapsicologia*, a Escola* Eclética, Européia. Nos seus estudos Boirac insiste na validade e necessidade da 'nova' metodologia: análise de Casos Espontâneos* e Experiências Qualitativas*.
Porque, contra a Micro-Parapsicologia* da Escola* Norteamericana, o Laboratório e exigência de repetições para a aplicação da Estatística inibem a manifestação e geralmente não se podem aplicar aos Fenômenos Parapsicológicos*, essencialmente espontâneos e pouco freqüentes. Em 1908 publicou em Paris 'La Psichologie Inconnue', que mereceu da Academia das Ciências o Prêmio Fanny Emden. Em 1917 fez aparecer outro livro que também devemos desatacar: 'La Psichologie du Futur'. |
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BOIS, Jules |
Jornalista francês. Após tomar conhecimento de alguns Casos Espontâneos*, compreendeu o absurdo da ciência estabelecida marginalizar tais fatos por não serem repetíveis à vontade nem em laboratório. Compreendeu a importância e dedicou-se à pesquisa de Parapsicologia*. Deve-se a ele o termo Telebulia*. Entre outras descobertas merece citar-se também que foi ele quem por primeira vez descreveu no Inconsciente* algo, em parte parecido ao Inconsciente Coletivo*, de Jung*, no sentido de que o inconsciente conhece tudo o que pensam todos os seres humanos numa margem aproximada de dois séculos: Prazo* Existencial. |
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BOKÔ |
Nome atribuído em Haiti aos Feiticeiros*. Ver Vudú. |
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BOLA DE CRISTAL |
Ver Cristalomancia. |
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Fingindo controlar (?) a adivinhação na sua bola de cristal, e por inspiração (?) do pássaro, a cigana enriquece enganando os supersticiosos |
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Esfera de cristal típica na Cristalomancia*. Para a construção da Bola de Cristal, Willis F. Wit-Chead na sua obra 'Occult Philosophy of Agrippa', Chicago, 1896, recolhe as instruções detalhadas (e em grande parte absurdas) recomendadas pelos cristalomantes. |
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BOLA HISTÉRICA |
Impressão sentida num momento de angustia, algo como uma bola que comprime o pescoço, o tórax e a boca do estômago. Resulta de um espasmo do esôfago e precede, por vezes, uma crise nervosa. Freqüentemente foi atribuído (supersticiosamente) à presença de algum Demônio* (?) ou Espírito* (?), etc. |
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Contra a freqüente charlatanice (pois não podem ser tão ignorantes) dos líderes do Espiritismo, por exemplo a publicada pelo médico Pena Ribas, do “Centro Espírita Cristão¨ (?) de Niterói, o Pe. Quevedo freqüentemente, em si mesmo e em outras pessoas, publicamente realiza o mal chamado Braidismo |
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BOLANDISTAS |
Nenhum ramo da ciência tem um conjunto tão amplo e autorizado igualável aos Bolandistas. São grupos de jesuítas especialistas, com numerosos Colaboradores, subvencionados especialmente pelo governo belga. Já mais de quatro séculos dedicados à pesquisa histórico-crítica da vida e fatos atribuídos aos santos. A obra base e inicial dos Bolandistas deve-se ao Pe. Jean Rosweide S.J. (com seus numerosos colaboradores jesuítas e leigos), durante 30 anos: 'Acta Sincera'.
O Pe. Rosweide morreu em 1629, antes da publicação. Continuação: 1ª Série, sob a direção de Jean Bolland S.J., e mais 12 jesuítas especialistas, além de numerosos secretários (as), de 1629 a 1753. É em homenagem ao Pe. Bolland que todo o conjunto secular destes insuperáveis historiadores da hagiografia são chamados Bolandistas. 2ª Série, por o Pe. Jean Limpe, e mais seis jesuítas (e numerosos colaboradores leigos), até o ano 1782. 3ª Série, por o Pe. Jean Baptiste Fonson, e mais quatro jesuítas (além do amplo secretariado...) até o ano 1826. 4ª Série: Pe. Joseph Van der More, e outros quatro jesuítas, até 1855. E assim de 1856 até hoje, por 33 jesuítas e colaboradores. São 57 amplos volumes sob o título 'Acta Sanctorum' (Bruxelas, Victor Palmé, 1882 e seguintes) e periodicamente 'Analecta Bollandiana' até hoje. |
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BOLTON, Gambier |
Notável naturalista. Ele mesmo manifestava Fenômenos Parapsicológicos*. E os sequazes do Espiritismo*, no seu fanatismo e Superstição*, insistiam em que tinha que procurar Desenvolvimento*. Arguto pesquisador, e convencido da importância da Parapsicologia*, deixando de lado sua carreira notável, durante muitos anos analisou Casos Espontâneos* e realizou Experiências Qualitativas*. A sua penetrante mente analítica compreendeu e demonstrou que nada se devia aos Espíritos* dos mortos. Posteriormente foi conferencista muito solicitado sobre Parapsicologia* desbaratando as pretensões do Espiritismo*, e também do Ocultismo*, Demonologia* e tantas outras interpretações supersticiosas. |
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BOND, Frederick Bligh |
Nasceu em 1864. Foi um escavador das perdidas capelas da abadia de Glastonbury*. Sacerdote, teólogo, arqueólogo, arquiteto, e principalmente como Parapsicólogo* foi editor do 'Journal of the ASPR*', autor de muitos livros inclusive por Psicografia* em colaboração com Alleyne* e Dowden*. Com a colaboração da Sra. Deane*, realizou também Experiências Qualitativas* de Escotografia* |
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BOOK TEST |
Técnica de Testes* de PG*, em que o Percipiente* deverá indicar o conteúdo de uma página indicada de um livro escolhido aleatoriamente |
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BOTANAMANCIA |
Mais uma Mancia*, pretendidamente pela interpretação dos movimentos das folhagens de certas plantas. Era muito usada na antigüidade, quando, preferentemente em Dodona (Epiro, noroeste de Grécia), existia um santuário, famosíssimo desde a época de Homero, para Oráculos* mediante a observação dos carvalhos, árvore consagrada a Zeus, o pai dos deuses (?). |
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BOTTAZZI, Philipe (1867-1941) |
Antigo professor de Fisiologia e Diretor do Instituto de Fisiologia na Universidade de Nápoles. Foi um dos cientistas que estudou com Experiências Qualitativas* a célebre Psíquica* Eusápia Palladino*. As suas manifestações, tal como as de De Amicis, Scarpa e Panzini, que Botazzi também investigou, levaram-no convencimento da realidade dos Fenômenos Parafísicos*. |
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BOUGET, Henri (+1619) |
Foi juiz principal de Saint-Claude, no Jura, na França, mandou executar seiscentos Feiticeiros* e escreveu um famoso e sinistro 'Discurso Execrável dos Feiticeiros', 1602. O livro contém tais detalhes, que se compreende a repulsa a partir da própria família do juiz. Procurou destruir o maior número possível de exemplares do terrível livro |
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BOULÉ, Vigário |
Ver Louviers*, Caso de. |
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BOURSNELL, Richard (1822-1909) |
Médium* para Escotografia* descoberto por W. T. Stead*. Muitos negativos dessas Escotografias* se conservam ainda na SPR |
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BOVARISMO |
O termo foi tirado do livro 'Madame De Bovary', escrito pelo Dr. Flaubert. Aplica-se à incapacidade de distinguir entre o devaneio e a realidade. Ausência de autocrítica no imaginativo, atitude do indivíduo que se imagina diferente do que é na realidade, que idealiza megalomaniacamente sua personalidade. Muito freqüentemente é causado pelo ambiente e reação popular às mentiras que ele mesmo lançara. Tanto mentiu, que termina por acreditar na própria mentira. Típico em muitos Curandeiros*, Médiuns*, Adivinhos*, Gurús*, etc. profissionais |
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BOWEN, Charles |
Autoridade (?: Muito entusiasmo e pouca crítica científica) entre os entusiastas dos OVNIs*. Editor de 'Flying Aaucer Review' desde 1964. Editor de 'The Humanoids' (1969), estudos sobre relatos de 'visitantes' de outras galáxias (?) |
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BOZZANO, Ernesto (1862-1943) |
Cientista italiano. Após uma verdadeira crise contra seu próprio positivismo, determinada lendo as obras de Aksakof*, evoluiu depressa para o Espiritismo* militante. Logo, porém, entrou na pesquisa de Parapsicologia*, no conceito amplo e verdadeiro da Escola* Eclética oposto à Micro-Parapsicologia*, e assim pouco a pouco, mas no fim quase completamente, foi abandonando a interpretação espírita dos fenômenos. Foi Membro de Honra do I.M.I*, de Paris. Deve destacar-se que fez questão entre os cientistas modernos, tão aplastados pelo positivismo como fora o próprio Bozzano, de empregar corretamente o termo Supranormal* (SN*).
Também deve destacar-se a verificação muito importante da Relação* Psíquica, ou Prazo* Existencial..., descoberta que sem dúvida teve muita importância no seu progressivo afastamento da supersticiosa interpretação espírita. Além de inumeráveis artigos principalmente na revista 'Luce e Ombra', a sua tarefa em livros alcança trinta extensas monografias sobre os diversos Fenômenos Parapsicológios*. |
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BRADLEY, H. Dennis |
Autor inglês nascido em 1878. Manifestava Psicofonia*, e cada vez mais pela sua própria admiração e treino. Depois de contatos com o Médium* norte-americano George Valiantine*, a princípio foi um grande defensor da Mediunidade* (?). Posteriormente retratou-se, continuou aceitando os Fenômenos Parapsicológicos* como fatos, mas abjurando da interpretação espírita |
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BRAID, James (1795-1860) |
Médico de Manchester, onde nasceu. Era inicialmente céptico quanto ao Magnetismo* Animal. Após investigações serenas e objetivas convenceu-se, em 1841, de que naquele Estado* Alterado de Consciência se facilitavam Fenômenos Parapsicológicos* reais. E as suas observações posteriores foram tão precisas e penetrantes em confronto com as das outras testemunhas, que conseguiram provar que tal tipo de prodígios se produziam também espontaneamente.
Tendo em conta toda a sintomatologia do Magnetismo*, mas certo de que não se tratava de Magnetismo* nenhum, foi ele que inventou um outro nome que acabaria por ficar definitivamente estabelecido e característico como uma área de estudo científico: Hipnotismo*. As suas descobertas devem considerar-se fundamentais e basilares, porque, á partir de tal período se inicia o estudo responsável e aprofundado da Hipnose*, não subestimando a importância do papel do operador. As descobertas de Braid foram confirmadas, anos depois, em 1859, por um médico francês, Dr. Azam, de Bordéus, e mais tarde, em 1875, também por Charles Richet* |
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BRAIDISMO |
Uma das antigas designações do que hoje se chama Hipnotismo*. O termo Braidismo deriva do nome do médico inglês James Braid*. Concentrou seu estudo sobre as técnicas destinadas a obter a Analgesia* Hipnótica (e por otras tècnicas, sem hipnose), expressão hoje preferível a Braidismo. |
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BRAMANE |
Membro da mais nobre casta do Budismo*, pessoa cujo Espírito* (?) já seria muito superior após muitas Reencarnações* (?) anteriores. Os seguidores desta doutrina, sejam eles Bramanes ou simples Párias*, formam a seita do Bramanismo. Ver Tantrismo. Brahma ou Brama. Significa Deus*. Mas o conceito de Deus* no Hinduismo* não é correto, identificado com o mundo e misturado como está com simbolismos 'poéticos'. Deus deixaria inclusive de ser Absoluto, pois tudo seria ilusão: Maia*. Identifica-se também com Atman* quando o Grande Eu se divide(?) e transmuta (?) |
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BRAMWELL, J. M |
Médico inglês, partidário da Hipnose* para terapia. Em 1902 publicou 'Hypnotism, its History, Practice and Theory', que se tornou clássico entre os estudiosos e praticantes desta técnica |
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BRANCA, Grande Irmandade |
Ver Grande* Irmandade Branca |
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BREVER, Josef (1824-1925) |
Psiquiatra austríaco, nascido em Viena. Descobriu uma parte importante para facilitar o tratamento dos transtornos nervosos, a Hipnoanálise* |
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BRIDEY MURPHY, Caso de |
Ver Bernstein*, Morey. |
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BRIER, Dr. Robert |
Pesquisador pertencente à Parapsychology* Foundation, desde 1966. Foi colaborador de J. B. Rhine*, com quem coordenou a organização da publicação 'Parapsychology Today', onde se reúnem anualmente as conferências promovidas pela Microparapsicologia* ou Escola* Norte-Americana, carregada de erros. |
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BRINCADEIRA DO COPO |
Denomina-se assim a Pragmática* de obter respostas do inconsciente por um copo ou algo semelhante, que marca letras. Principalmente no Brasil, esta 'Brincadeira do Copo' é muito difundida pelo Espiritismo* com grande erro de interpretação. Na realidade se explica pela elementar Paracinesia* do tipo Oui-ja*, onde em vez da Prancheta* utiliza-se um copo ou taça que se coloca de boca para baixo sobre uma superfície lisa.
É necessário lembrar que de brincadeira não tem nada e que pode levar e já levou muita gente a grandes desequilíbrios: Ver Função Menos. Para provar que se trata de Automatismo* (Ver Movimentos I.I.I. ) e que nada tem a ver com Espíritos*, Demônios*, etc, basta colocar o copo sobre um cobertor para que o copo tenha alguma dificuldade em escorregar, e pôr óleo sobre o fundo do copo: os dedos escorregam mas o copo não se mexe (exceção feita de algum caso raro de Telecinesia*, neste caso a comprovação fácil de que não são os Espíritos* etc, são os Desafios*, concretamente o dos Cinqüenta* Metros). |
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Um aspecto da mal chamada 'brincadeira (?) do copo', muito propagada pelos mal intencionados líderes do Espiritismo |
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BRISAS |
Correntes de ar frio combinadas com uma baixa de temperatura. Descidas até vinte graus Fahrenheit foram registradas por Harry Price* nas Experiências Qualitativas* com Stella* C. Os espíritas atribuem as brisas, com mais uma contradição de toda sua delirante doutrina, à passagem de algum Espírito* (?) nas suas sessões. Na realidade a causa é a absorção de calor na realização de Fenômenos Parafísicos* e a emissão da própria Telergia*.
O curioso (se no acúmulo de disparates do Espiritismo* mais um pudesse surpreender), é que dentro do próprio Espiritismo* há casos que no fundo confirmam a verdadeira explicação, acima dada. Assim Walter, o Controle* (?) de Margery*, como também um Controle* (?) de D. Dunglas Home*, atribuíam as brisas a emanações dos cérebros dos assistentes à sessão. Uma curiosidade: Durante os Fenômenos* Parafísicos, a cabeça de Eusápia Palladino* emitia uma brisa (Telergia*) precisamente pelo local onde tinha uma velha lesão. |
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BRITTAIN, Annie |
Médium* inglesa de Transe*, contemporânea de Sir A. Conan Doyle*, que enviava a Annie clientes, muitos dos quais se contagiavam e entravam também em Transe*. Doyle mantinha registros detalhados dos casos. |
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BRITTEN, Emily Harding (1823-1899) |
Médium* inglesa e eloqüente oradora, de grande erudição, embora por fanatismo ficasse plenamente alheia às reais explicações dos Fenômenos Parapsicológicos*. Teve seu Desenvolvimento* em Norte América. logo após ter travado relações de amizade com a Médium* norte-americana Coat (Ada Heyt). Um dos seus melhores casos comprovados foi de PG*: quando se afundou o navio 'Pacific', Emily agiu como se um dos tripulantes tivesse feito Incorporação* (?) nela em Transe*, revelando a tragédia antes de ser geralmente conhecida.
Foi ameaçada com o Tribunal, mas verificou-se depois ser certo o seu relato. Foi grande propagandista do Espiritismo*, viajando por muitos países. Fundou e dirigiu um jornal de Espiritismo*, muito significativo de preconceito pelo próprio título: 'Two Worlds' ('Dois mundos'). E escreveu muitos livros, destacando-se 'Nineteenth Century Miracles' ('Milagres (?) do século XIX'. Realmente é o cúmulo da ignorância ou fanatismo identificar os fenômenos espíritas com os fenômenos SN*, Milagres divinos!) |
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BROAD, Charlie D |
Famoso filósofo contemporâneo. Dedicou-se também à investigação em Parapsicologia*. Foi Presidente da SPR*. Nas suas obras 'Religion, Philosophy and Psychical Research', Londres, 1953, e 'Lectures on Psychical Research', 1962, comprova a existência dos Fenômenos Parapsicológicos* (EN* e PN*, humanos) e | |