Da mesma forma que o santo mártir do século IV sobreviveu ao martírio a população paulista espera em Deus a reconstrução de sua Capela.
RELIGIÃO E CULTURA NO COMBATE À VIOLÊNCIA
Quando restaurada, a Capela de São Sebastião servirá para catequese e atividades culturais, beneficiando moradores da Zona Norte e os alunos da Academia da Polícia Militar do Barro Branco.
“A educação religiosa, aliada a atividades sócio-culturais será um remédio para combater a violência e a criminalidade.”
Esta é a tônica básica que se propõe como centro harmônico da campanha cívica pela restauração da Capela.
O QUE FALTA FAZER
São os seguintes os passos a serem trilhados, a saber:
- Dirimir-se a titularidade do terreno em que se assenta a ruína da antiga capela. Co-existem dois documentos cartoriais conflitantes. Um aponta como proprietária pacífica a Igreja Católica. O outro, o cel. Washington Luis Brandão e o sr Alécio Pedro Gouveia.
- Instituir-se uma postura “ganha-ganha” para que a população, a memória paulista, jesuítica e brasileira, eventuais proprietários e interessados, a Cúria, e Estado saiam vencedores.
- Realizar-se um projeto cultural incentivado para a restauração da capela e seu entorno.
- Dar seguimento a pesquisa arqueológica iniciada no local dentro dos mais avançados critérios para que se desvele a proto-origem da Capela com eventuais laços com o século do Descobrimento, Martim Afonso de Sousa e os jesuítas.
- Efetivar o tombamento em qualquer uma das três esferas de governo.
- Com a ajuda do povo, de empresários, da Igreja e do Estado, iniciar-se um projeto de restauração do templo, que deverá abrigar uma área cultural, nos moldes do que se realizou no Pateo do Collegio. Alias a história destes dois marcos da história de São Paulo tem curiosos e significativos paralelos.
- Realizar a desapropriação ou uma parceria a benefício do povo paulista para que o a Capela de São Sebastião possa servir religiosa e culturalmente à Academia da Polícia Militar do Barro Branco.
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